terça-feira, 28 de março de 2017

Sucesso de público e crítica especializada em duas temporadas consecutivas no Sesc Copacabana, indicado aos prêmios Shell e Cesgranrio na categoria Melhor Iluminacão, a mais recente montagem teatral do premiado diretor Moacir Chaves, “Imagina esse palco que se mexe”, parte de um lugar de experimento, do desenvolvimento de um método de trabalho a partir de uma ideia: Vamos falar da Física.

Falar da Física significa falar do sentido da vida e foi atrás disso que diretor e elenco, formado pelas atrizes Elisa Pinheiro, Karen Coelho, Luísa Pitta e Monica Biel, conversaram descontraidamente com o astrofísico João Ramos Torres de Mello Neto, professor titular da UFRJ, com uma importante carreira internacional. Nessas conversas, os episódios da vida de João, nascido em Cruzeiro do Sul, Acre, são atravessados por ideias e conceitos científicos com os quais ele se relaciona ao longo de sua trajetória profissional. Em sua fala, histórias de infância evocam o mecanismo de transmissão de ondas de rádio pela ionosfera; o ato de beijar alguém é associado às explosões que ocorrem no interior das estrelas; o mecanismo da visão é entendido a partir das propriedades físicas da água; o surgimento da internet vem à tona pelo caso de um cientista que, imerso na era da comunicação global, enfrenta dificuldades para trabalhar em uma universidade brasileira; e o próprio teatro serve como metáfora para a compreensão dos buracos negros e da curvatura do tempo-espaço. Assim foi se formando um texto muito bem humorado, que passa pelo elenco, como alguém que foi atingido pelo assunto. Desse processo surgiu a comédia “Imagina esse palco que se mexe”.

A nova temporada de “Imagina esse palco que se mexe” inaugura o Espaço Cultural Casa de Baco, localizado na Rua da Lapa, 243, próximo a Estação Glória do Metrô. As apresentações acontecem de sexta a domingo, às 19:30h, de 7 a 30 de abril. Após cada apresentação, o público será convidado para um bate papo descontraído sobre a peça, no charmoso bar da Casa.

Uma peça em caráter experimental

Considerado uma autoridade na transposição de textos não teatrais para o palco, entre eles “Sermão da Quarta-Feira de Cinzas” (1994 a 2001), do Padre Antônio Vieira, estrelado por Pedro Paulo Rangel, e “Inutilezas” (2003, 2016 e 2017), de Manuel de Barros, com Bianca Ramoneda e Gabriel Braga Nunes –, Moacir Chaves comenta a sua nova montagem:

– A peça é em caráter experimental, como na realidade qualquer teatro é experimental e essa é uma relação que a gente tem que entender, em teatro principalmente. Para fazer experiência tem que aprender. Quem faz experiência não é quem está começando. Se o estudante de Física entrar no laboratório e for querer fazer experiência ele vai explodir tudo. Quem faz experiência é quem está lá na ponta: Antunes, Zé Celso, Aderbal. Tem que ter conhecimento, preparação, mergulho. Quando eu dirigi o espetáculo “Dom Juan” (com Edson Celulari, Cacá Carvalho e grande elenco), com 30 e poucos anos, o Abujamra foi assistir e quis me conhecer. Quando me viu me achou muito jovem e dizia “Você tem que pirar mais! Você tem que pirar mais!” e eu falei para ele “mas Abujamra eu tenho tempo, eu tenho muito tempo pra pirar, eu preciso entender mais coisas primeiro”. Porque é esse o percurso. E os cientistas estão correndo atrás do sentido da vida, então vamos fazer teatro sobre isso. Uma experiência de teatro.

Durante as conversas com o elenco, o astrofísico e professor criou uma metáfora que pode nos indicar o sentido da peça em questão: “Na física newtoniana o palco tá lá, os atores tão lá, interagem uns com os outros, mas o palco não se mexe. Na física einsteiniana o palco tá se mexendo. Então o buraco negro é o que? Imagina esse palco que se mexe, um monte de ator que se junta e distorce muito o palco, e esse palco se fecha em torno dos atores. Seria uma peça muito louca, porque a presença do ator no palco modificaria o palco. Essa metáfora tem a ver porque o buraco negro é uma região intransponível onde tudo que entra não sai mais.”

A investigação do grupo foi guiada pelo interesse em observar o mundo que nos cerca e pelo questionamento daquilo que, nele, é tido como dado e evidente, motivado por entender as leis físicas que governam o espaço e cujo conhecimento, por si só, desmistifica a estabilidade aparente do universo e o suposto lugar de destaque nele ocupado pela humanidade. As conexões entre o micro e o macrocosmo induzem a um questionamento da importância do homem na natureza e a um reposicionamento, ou fragmentação, da noção de sujeito na sociedade: o macro está no micro, e vice-versa. O espetáculo se dá no contraponto entre a pequenez do ser humano diante da imensidão cósmica e o profundo respeito à experiência da vida, cuja compreensão ganha novos significados e horizontes através da ciência. Sendo assim, a peça aponta para as seguintes perguntas: Qual é o sentido de uma noção de felicidade calcada no pretenso sucesso e na competição com o outro, seja esse um continente, um país, uma classe, um concorrente? Que importância tem isso, diante de nossa transitoriedade material e da fragilidade de que nos sabemos possuidores, com base no pouco que a ciência conhece sobre o universo? Questões da Física Quântica que fazem parte do conceito da Cosmovisão.

Moacir Chaves, diretor de teatro

Formado em Teoria do Teatro pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Uni-Rio), instituição em que concluiu seu mestrado e doutorado, Moacir Chaves começou sua carreira profissional trabalhando como ator e assistente de direção no Grupo Tapa, em 1985. A seguir, fundou o Cite-Teatro, no qual dirigiu seus primeiros espetáculos, todos encenações de textos dramáticos brasileiros do século XIX. Entre outros espetáculos, participou como ator em Casa de Orates, direção de Eduardo Tolentino, O Alienista, direção de Renato Icarahy e, sob a direção de Aderbal Freire-Filho, em Turandot ou o Congresso dos Intelectuais e O Tiro que Mudou a História. Como diretor, tem tido seus trabalhos reconhecidos pelo público e pela crítica. Em 1991 montou Esperando Godot, de Samuel Beckett, com Denise Fraga e Rogério Cardoso. A seguir, encenou, entre outros, O Caixeiro da Taverna, de Martins Pena, com André Mattos e Suely Franco e Fausto, primeira parte, de Goethe. Em 1994 encenou Sermão da Quarta-Feira de Cinza, do Padre Antônio Vieira, com Pedro Paulo Rangel, espetáculo apresentado, entre 1994 e 2001 em mais de 20 cidades, no Brasil, Uruguai e Portugal. Este espetáculo recebeu os Prêmios Shell, Molière e Mambembe de Melhor Ator, além de várias outras indicações no Rio e em SP. De 1994 a 2002 dirigiu 13 espetáculos, com destaques para Roberto Zucco, de Bernard- Marie Koltès, com Marcos Breda, André Mattos e outros (Prêmio Shell de Melhor Iluminação), Dom Juan, de Molière, com Edson Celulari, Cacá Carvalho e grande elenco (Prêmios Shell e Sharp de Melhor Iluminação e Prêmios Mambembe de Melhor Espetáculo, Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Figurino, além de várias outras indicações), O Altar do Incenso, de Wilson Sayão, com Marília Pêra e Gracindo Júnior e A Resistível Ascensão de Arturo Ui, de Bertolt Brecht, com Luís Fernando Guimarães e Oswaldo Loureiro, entre outros. Formou, em 1999, um novo grupo chamado Péssima Companhia, com o qual encenou dois espetáculos com dramaturgia sua, Bugiaria, no qual se utiliza de um processo da Inquisição do século XVI (Prêmios Governador do Estado Melhor Direção e Melhor Espetáculo e várias indicações para o Prêmio Shell) e Viver!, com textos diversos de Machado de Assis, que estreou em dezembro de 2001. Dirigiu os espetáculos infantis A História de Catarina e Lasanha e Ravioli in Casa, ambos com a dupla Ana Barroso e Monica Biel. Em 2002 dirigiu Por Mares Nunca Dantes, de Geraldo Carneiro, com Tonico Pereira, encenado no Barco Tocorimé, ancorado na Marina da Glória. Em 2003 dirigiu Inutilezas, de Manuel de Barros, com Bianca Ramoneda e Gabriel Braga Nunes, Fausto, de Goethe, com Gabriel Braga Nunes e Fernando Eiras, O Rei dos Escombros, com Ricardo Petraglia e A Violência da Cidade, no Centro Cultural Banco do Brasil. Em 2004 dirigiu Bonitinha mas Ordinária, de Nelson Rodrigues, no Teatro SESC e Idiotas que Falam Outra Língua, baseado em um conto de Rubem Fonseca, no Teatro Maria Clara Machado, ambos com alunos formandos da CAL. Participou em 2002 do Fórum para Jovens Profissionais de Teatro, dentro da programação do Festival Theatertreffen, em Berlim. Realizou em 2005 o espetáculo Utopia, com trechos do livro de Thomas More, que cumpriu temporada no Teatro Maria Clara Machado, pertencente à Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, no qual exerceu a função de Diretor Artístico ao longo de 8 anos. Ainda em 2005 dirigiu a ópera barroca Dom Quixote e a Duquesa, de Boismortier e Ovo Frito, de Fernando Bonassi. Em 2006 dirigiu o espetáculo Lavanderia Brasil, de Miguel Paiva, e Memória, baseado na obra de Machado de Assis e, em 2007, dirigiu Macbeth, de William Shakespeare. Em 2008 dirigiu O Jardim das Cerejeiras, de Anton Tcheckov, A Invenção de Morel, de Bioy Casares, The Cachorro Manco Show, de Fábio Mendes e O Mez da Grippe, com textos de Valêncio Xavier e Qorpo-Santo. Em 2009 dirigiu Por Um Fio, de Drauzio Varella, Uma História de Pouco Amor, de Edson Bueno e Ecos da Inquisição, de Miriam Halfim. Em 2010 encenou Merci, texto do autor francês Daniel Pennac. Em 2011 dirigiu A Lua Vem da Ásia, de Campos de Carvalho, Labirinto, com textos de Qorpo-Santo e O Retorno ao Deserto, de Bernard-Marie Koltès. Em 2012 dirigiu A Negra Felicidade, dramaturgia de Moacir Chaves e Duas Mulheres em Preto e Branco, de Ronaldo Correia de Brito. Em 2013 dirigiu O Controlador de Tráfego Aéreo, no qual também assina a dramaturgia. Em 2014 dirigiu Rei Lear, de William Shakespeare. Em 2015 dirigiu 2.500 por Hora, de Jacques Livchine e Hervée de Lafond e, em 2016, dirigiu uma nova versão de Inutilezas, de Manuel de Barros, com Bianca Ramoneda e Gabriel Braga Nunes, que continua em circulação pelo país.

Ficha técnica

Direção: Moacir Chaves
Elenco: Elisa Pinheiro, Karen Coelho, Luísa Pitta e Monica Biel
Texto: Dramaturgia coletiva a partir de relatos do astrofísico João Ramos Torres de Mello Neto
Iluminação: Paulo César Medeiros
Figurinos: Inês Salgado
Direção Musical: Tato Taborda
Direção de Produção: Luísa Pitta e Monica Biel
Assistência de Direção: Francisco Ohana
Fotos de Divulgação: Bruna Thimotheo
Assessoria de Imprensa: Ney Motta

Serviço

“Imagina esse palco que se mexe”
Sinopse: Com muito bom humor, a peça compartilha com o público o questionamento de uma noção de felicidade calcada no pretenso sucesso e na competição com o outro, seja ele um país, uma classe, um concorrente. E lança a pergunta: Que importância tem isso, diante da nossa transitoriedade material e da nossa fragilidade no universo, algo que o pouco de ciência que conhecemos já nos permite saber?
Direção: Moacir Chaves
Elenco: Elisa Pinheiro, Karen Coelho, Luísa Pitta (stand in: Josie Antello) e Monica Biel
Texto: Dramaturgia coletiva a partir de relatos do astrofísico João Ramos Torres de Mello Neto
Local: Espaço Cultural Casa de Baco
Rua da Lapa, 243, Glória, Rio de Janeiro. Tel.: (21) 3796-6191
Temporada: 7 a 30 de Abril. Sexta, sábado e domingo às 19:30h
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia entrada)
Capacidade de público: 30 lugares
Duração: 60 minutos
Classificação 12 anos
Comédia

quinta-feira, 23 de março de 2017

O QUARTO DE BIANCA com texto e direção de Rafael Cal  e  atuação de  Renata Egger  conta com prêmios estaduais e nacionais.  
Uma comédia dramática que pretende discutir as relações sociais na contemporaneidade, tomando como ponto fundamental as conexões familiares, além de debater os processos de construção da memória, seus limites e possibilidades.

Sinopse: 
Bianca é uma pessoa comum, dessas que se encontram por aí.
Tem quase trinta anos, uma mala e sapatos sem salto. Gosta de chocolate, bala de leite e rivotril. De vez em quando, curte água mineral com gás, creme antienvelhecimento e só toma banho a cada três dias. Estudou direito, filosofia, história e biologia marinha. Largou todas. Largou tudo. Pensa quase todos os dias nas coisas que fez e, mais ainda, nas que não fez.
Bianca é a filha mais velha que volta a casa onde cresceu em “O quarto de Bianca”. Observando o cenário de sua infância, Bianca reconta e remonta suas histórias, alterando os caminhos e construindo suas próprias novas verdades.

  - Serviço -  “O quarto de Bianca”
Teatro Lamartine Babo - Centro Cultural Light - Av. Marechal Floriano, 168, Centro 
Terças-feiras de abril - 04,11, 18 e 25 de abril - 19h
Classificação indicativa para maiores de 12 anos
Ingressos: R$ 20 (inteira)/ R$10,00 (meia)
Duração: 40 minutos
Gênero: comédia dramática
Capacidade: 182 lugares
 Telefone: (21) 2211-7268

 Ficha técnica: 
Realização: InterferênCIA Teatral
Produção: Renata Egger
Elenco: Renata Egger
Texto e direção: Rafael Cal
Visagismo: Arielen Lefay
Iluminação: Rafael Cal
Trilha sonora; Caio Rodrigues
Operador de som e luz: William Gevegier 
Costureira: Elna Dalva Ribeiro
Assessoria de Imprensa: Claudia Bueno

terça-feira, 14 de março de 2017

A Coach e escritora Monica Motta, lança no dia 30 de março de 2017 o livro Construa o seu caminho! Você Está Construindo o Seu?, sob o selo da Editora Conquista, na livraria Travessa, no Barra Shopping, Barra da Tijuca.

A cada dia, mais pessoas ficam doentes porque estão em trabalhos e/ou profissões que não contribuem em nada com sua qualidade de vida, pelo contrário, acabam trazendo mais estresse e infelicidade. São angústias tão bem armazenadas que, muitas vezes, acabam camufladas atrás de semblantes abatidos, ou até do contentamento de um perfil superficial.

Todos nós sabemos que seria importante desenvolver uma pesquisa orientada sobre a realidade profissional e a expectativa profissional dessas pessoas, avaliando criteriosamente as profissões e as ocupações, mas enquanto isso não acontece Monica Motta expôs em um trabalho delicadamente coordenado por ela, que tem outros coautores, o seu pensamento, a fim de ultrapassar os limites do trabalho individual que cada um já realiza junto ao seu público.

“O nosso objetivo com esta obra é atingir mais pessoas, levar orientação e dicas para a construção de um caminho profissional autêntico, com significado e intento”, disse Monica.

O livro Construa o seu caminho! Você Está Construindo o Seu? percorre um universo de anseios que alguns adultos costumam enfrentar quando se encontram no mercado de trabalho. Envolvente e simples, o livro fala sobre o sentido do trabalho, experiências, dicas, orientações, reflexões e ferramentas práticas que os auxiliarão na construção de um caminho profissional autêntico, com significado e propósito.

Sobre a autora:
Monica Motta é Coach de Carreira e Produtividade, Mentoring de Projetos, Escritora e Palestrante. Professional & Self Coaching formada pelo Instituto Brasileiro de Coaching, Master Coach de Carreira formada pelo Instituto IMS de Carreira e Trainer Comportamental Assessment Profiler formada pela Solides.

Evento de lançamento do livro Construa o seu caminho! Você Está Construindo o Seu?

Dia 30 de março de 2017 – às 19 horas

Livraria da Travessa

Barra Shopping, Barra da Tijuca – Rio de Janeiro



Uma fração dos embates com o real que caracterizam o contemporâneo compõe a exposição “DAQUILO QUE NOS CERCA”, com abertura no dia 22 de março de 2017, às 19h, no Centro Cultural dos Correios no Rio de Janeiro. Com curadoria de Luiz Sérgio de Oliveira, a exposição apresenta obras de Angelo Issa, Daniel Moreira e Leandro Gabriel, cada um a seu modo e com diferentes meios de produção de arte - pintura, fotografia e escultura – em um embate inglório e fantástico com o real.

“DAQUILO QUE NOS CERCA” traz à tona as implicações da extraordinária tarefa de tentar compreender e dominar as complexidades da vida, através do que nos revelam os trabalhos em exposição, na forma de paisagens de fantasmagoria e de encantamento que incluem aqueles que transitam ou que habitam as margens dos grandes centros; através da recuperação das mazelas sociais cotidianas que nos acometem e com as quais convivemos; ou ainda na tentativa (re)unir partes e fragmentos inservíveis, restos, resíduos e detritos de um mundo que se acredita em progresso, que se crê em desenvolvimento mesmo que não saibamos o que isso venha a significar.

A exposição é um convite a esse permanente enfrentamento mundano.

O Centro Cultural Correios fica na Rua Visconde de Itaboraí, n° 20, no Centro Histórico do Rio de Janeiro. A instituição integra o Corredor Cultural do Boulevard Olímpico, tendo como vizinhos a Casa França Brasil, ao lado, e o Centro Cultural Banco do Brasil, defronte. A entrada é franca. A mostra ficará em cartaz até 21 de maio.

SERVIÇO
Exposição “DAQUILO QUE NOS CERCA”
Artistas - Angelo Issa (pintura), Daniel Moreira (fotografia) e Leandro Gabriel (escultura)
Curadoria - Luiz Sérgio de Oliveira
Abertura 22 de março, às 19h.
De 23 de março a 21 de maio de 2017.
Entrada franca.
Centro Cultural dos Correios do Rio de Janeiro - Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro, Rio de Janeiro – RJ (próximo ao Boulevard Olímpico, ao lado da Casa França Brasil e defronte ao Centro Cultural Banco do Brasil).

sexta-feira, 10 de março de 2017

Saindo do escurinho do cinema, o FICI – Festival Internacional de Cinema Infantil, dirigido por Carla Camurati e Carla Esmeralda – agora traz seu olhar para o escurinho do teatro e apresenta sua primeira realização para os palcos, após 14 anos dedicados à sétima arte. ‘Amor de Fada’, mistura teatro, música e circo com temas lúdicos de contos infantis, exaltando o contato das crianças com a natureza em um espetáculo carregado de diversão e aprendizado.

Divertir e ao mesmo tempo apresentar uma nova visão sobre a importância da preservação do meio ambiente e do contato com a natureza é o que propõe ‘Amor de Fada’, texto e direção de Leonardo da Selva. O espetáculo conta a história de um casal que abandona a cidade para criar as crianças numa floresta e aproximá-las da natureza. Considerada uma das três melhores peças infantis em 2016 pela revista VejaRio, a montagem estreia no Teatro dos Quatro, no dia 11 de março de 2017, às 17h.

“Não gosto de classificar a peça como teatro infantil. É um teatro para crianças, e qual não é? As crianças são artistas natas. Dançam, cantam, interpretam e, o tempo todo abrem as portas para o mundo do faz de conta.”, afirma Leonardo da Selva, diretor e autor do espetáculo.

Insatisfeitos com a vida urbana, Jacem (Ícaro Salek) e Madrinha (Yndara Barbosa) se mudam com Simpatia (Juh Li Amoreira), Amora (Camila Krishna) e Mariá (Tássia Leite) e inventam uma “pequena mentira nobre” para afastar a curiosidade das meninas sobre o mundo além da floresta. Eles contam que, quando elas eram bebês, tudo foi destruído ao redor da mata e que elas são fadas, as últimas protetoras do amor existente no planeta. Por isso, as três não podem se envolver com pessoas estranhas. Pelo contrário, segundo as regras, todos os dias devem assustar os turistas para que eles se afastem dali.

“O que nos fez querer produzir o espetáculo foi o texto “Amor de Fada”, uma peça mais mágica do que lógica. Perfeita para o universo infantil.” comentam Carla Camurati e Carla Esmeralda, diretoras de produção do espetáculo.

Com música original, de Felipe Tupinambá, figurino de Laís Antunes e Renata Lerner, a peça conta com a iluminação de Carina Camurati e Gabriel Prieto, e cenário de Mauro Heitor. ‘Amor de Fada’ discute a existência de uma outra forma de viver. Os autores da peça, Leonardo da Selva e Conrado Nilo, usam o mundo das fadas, conhecidas por serem protetoras da natureza, para abordar, sem didatismo e de forma lúdica, questões sobre o amor e a preservação ambiental.

FICHA TÉCNICA
Texto: Leonardo da Selva e Conrado Nilo
Direção: Leonardo da Selva
Elenco: Camila Krishna (Amora), Cadi Oliveira (João), Conrado Nilo (Mujo), Gabriel Zanelatto (Galo), Ícaro Salek (Jacem), Juh Li Amoreira (Simpatia), Julio Caldeira (Hum-Hum), Tássia Leite (Mariá) E Yndara Barbosa (Madrinha)
Músicos: Cayo Nametala, Luiz Fonseca Fernandes, Tarcísio Cisão, Thales Browne
E Yavanna Kementári
Direção Musical: Felipe Tupinambá
Assistentes de Produção: Camila Krishna e Thiago Zunto
Iluminação: Carina Camurati e Gabriel Prieto
Cenografia: Mauro Heitor
Figurinos e Objetos de Cena: Laís Antunes e Renata Lerner
Assistentes de Figurinos e Objetos de Cena: Fernanda Amim e Vanessa Garcia
Projeto Gráfico: Redondo Estratégia + Design
Marca: Marcelo Pereira – Tecnopop
Produção: Lucas Assunção e Marcelo Krause
Co-Produção: Agência Objetiva, Esmeralda Produções e Copacabana Filmes
Direção de Produção: Carla Camurati e Carla Esmeralda
Realização: FICI – Festival Internacional de Cinema Infantil

SERVIÇO
AMOR DE FADA
Estreia: 11 de março, às 17h (Sábado)
Local: Teatro dos Quatro (Shopping da Gávea – Rua Marques de São Vicente, 52/2º. Piso – Gávea)
Telefone: 2239-1085
Horário: Sábados e Domingos, às 17h
Ingresso: R$60,00
Classificação: Livre (recomendado para crianças a partir de 04 anos)
Duração: 55 minutos
Capacidade: 402 lugares
Bilheteria: de segunda a sábado, das 13 às 21h, e domingo, das 13 às 20h
Temporada: 11 de março a 28 de maio de 2017

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

CONVITES GRATUITOS LIMITADOS  !  FAÇA SUA RESERVA !
​MARÇO 

​SEXTAS-FEIRAS - 
 10, 17,  e 24 de março
​ - 19h
QUINTA-FEIRA - 23 de março - 19h ​
​Classificação livre e indicativa para maiores de 12 anos 
Duração: 60 minutos 
Teatro Ziembinski-End: Rua Heitor Beltrão, s/n – Tijuca -Tel: (21) 3234-2003-- em frente à Estação do Metrô São Francisco Xavier
Acessibilidade para cadeirantes

COMO CONSEGUIR OS CONVITES ?
Os interessados devem  responder este e-mail informando: 
a quantidade de convites  o dia para o qual deseja os convites, ,telefone fixo e celular ,e-mail e nome  do responsável que irá retirar os convites  na bilheteria do teatro no dia do espetáculo com  30 minutos de antecedência
·         Informações e reservas de ingressos-
Claúdia Bueno -cbuenobrandao@oulook.comclaudia2bb@yahoo.com.brclaudiabuenobrandao59@gmail.com
(21) 99480-7245 - (21) 32383-854




espetáculo InCORPO e da performance solo Fé No Corpo 


Release:
​ 
Ambas as criações são alimentadas por memórias pessoais e coletivas dos intérpretes. 

​Realização: ​
Núcleo de Pesquisa em Dança e Cultura Afro-brasileira – NUDAFRO

InCorpo tese memórias ocorridas na infância; experiências conflituosas que declaram a presença da discriminação, da falta de respeito e da relação de poder entre gêneros; do orgulho de falar o seu próprio nome e de exaltar através da oralidade o nome de personalidades femininas da história
​.


Fé 
​N​
​C​
orpo
 revela memórias rituais da intérprete nos entremeios de movimentos, gestos e expressões. O corpo em fé é uma recordação no corpo, um ato que é ao mesmo tempo tradicional e singular. O corpo é apresentado como um arquivo que condensa um saber pelos movimentos verbais e não-verbais, com a finalidade de, transmitir e conservar a memória de um grupo.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Em homenagem à nossa língua mãe, a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) irá receber, amanhã, a escritora e cantora Mariza Sorriso para o lançamento da segunda edição do livro “Em todos os ritmos da poesia”. O evento gratuito acontece a partir das 16 h e faz parte do projeto cultural Declama na ABI.

A obra trata-se de uma antologia poética que reúne 91 poetas de diversos países que falam o idioma português, como Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique e Portugal, além do Brasil. O livro conta ainda com a quarta capa de Pepetela, o maior escritor de África.

Mariza Sorriso também fará o lançamento oficial do edital para participação no IV Encontro de Poetas da Língua Portuguesa, que irá acontecer em setembro desse ano no Rio de Janeiro, Lisboa (Pt) e Maputo (MC) e contará com poetas de todos os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Segundo a organizadora, tanto a obra quanto o evento têm como objetivo reunir e dar voz a poetas conhecidos e desconhecidos da nação lusófona.

– No Brasil, temos o apoio de vários consulados dos países da CPLP, coletivos de poesia e literatura incluindo várias Academias de Poesia. Em Portugal, o apoio tem vindo do Instituto Camões, da Casa de Angola, Casa de Moçambique, Palácio da Independência, Movimento Internacional de Lusofonia (MIL), além do Presidente de Portugal, o Dr. Marcelo Rebelo – comenta a escritora.

Declama ABI

Em sua 18ª edição, o projeto Declama ABI é coordenado pelo Conselheiro Carlos Rocha e pelo Diretor de Cultura e Lazer Jesus Chediak. Os encontros acontecem todas as últimas sextas-feiras do mês a partir das 16 horas, no 11º andar da entidade, que fica na Rua Araújo Porto Alegre, 71, Centro do Rio. A entrada é franca e aberta ao público.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe para curta temporada, depois de quase quatro anos de sucesso e em turnê pelo Brasil, a peça Um dia qualquer, mais uma edição da parceria bem-sucedida do diretor Alexandre Mello e da autora Julia Spadaccini. Com Anna Sant´Ana, Leandro Baumgratz, Rogério Garcia e Dida Camero no elenco, a comédia faz nove apresentações entre 19 de janeiro e 04 de fevereiro de 2017 (quinta-feira a sábado). O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

A peça fala de um encontro inusitado de quatro desconhecidos num banco de praça em pleno centro da cidade, onde revelam dores, amores e segredos de suas vidas de forma emocionante e engraçada, tornando o público cúmplice dessas histórias. O espetáculo atraiu ótimas críticas após estrear no Espaço Sesc Rio de Janeiro em 2013 e foi indicado ao Prêmio APRT, promovido pela Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro, no mesmo ano.

Um dia qualquer trata das relações humanas através do encontro casual de personagens comuns encontrados nas grandes cidades. O amor e as relações ligeiras e superficiais, a competição acirrada no trabalho, a frustração do sonho de genialidade artística e a proximidade cotidiana com a morte são os temas deste ‘dia qualquer’, em que Julia nos faz viajar pela alma humana, num reconhecimento da nossa sensibilidade e capacidade de identificação e compaixão, tudo isso escrito com muito humor. Território perfeito para Alexandre Mello, que se destaca como um encenador delicado e experiente na direção dos atores e na pesquisa de linguagem cênica, criando belas imagens em efeitos muito simples e teatrais.

A parceria de Julia Spadaccini e Alexandre Mello teve início em 2001, quando montaram Na Geladeira, com Alexandre na direção e atuação. Depois vieram Até o Final da Noite e Quebra Ossos, que rendeu a Julia indicação para o Prêmio Shell 2012. Em 2013, Julia recebeu outras duas indicações à premiação, com as peças Aos Domingos e A porta da frente.

Parceiros:

Carioca de 38 aos, Julia Spadaccini é formada em Artes Cênicas e Psicologia, com pós-graduação em Arteterapia. Autora de mais de 18 textos teatrais, encenadas por todo o país, venceu os prêmios Fita e Shell Rio de Janeiro 2013 pela peça A porta da frente. Contratada pela Rede Globo, foi roteirista dos programas Tapas e beijos e Amorteamo. No cinema, assinou o roteiro de Qualquer Gato Vira-Lata e do curta Simpatia do Limão, pelo qual ganhou o prêmio Porta-curtas Petrobras, no Festival de Cinema do Rio em 2010.

Diretor, ator e professor especializado na preparação de atores e discussão de projetos de criação com jovens artistas, Alexandre Mello já foi premiado com o Shell, Bolsa RioArte e Fate, por vários trabalhos. Com Julia, foi indicado ao Shell de direção 2012 e APRT 2013, respectivamente por Quebra Ossos e Um dia qualquer. Já dirigiu mais de 20 montagens profissionais de teatro e trabalhou na Itália, Dinamarca, Espanha e Portugal. Professor na Escola de Atores Wolf Maya, é diretor artístico e curador do Teatro Ipanema.

Workshop:


Além das apresentações, o projeto prevê a realização de um workshop de empreendedorismo em produção cultural no dia 27 de janeiro (sexta-feira), às 14h. A atividade, ministrada pelos produtores Anna Sant'ana e Rogério Garcia , terá duração de 4 horas e abordará temas como: a criação e o desenvolvimento de uma ideia; o passo a passo na produção de um projeto; uma introdução a leis de incentivo e editais; e produção e realização de um espetáculo. O workshop é direcionado a atores, estudantes e artistas em geral, e o objetivo é dialogar, trocar experiência, conhecimento e incentivar jovens artistas a ter autonomia na produção e realização de seus projetos. Serão ofertadas 25 vagas, e a inscrição deverá ser realizada pelo e-mail espetaculoumdiaqualquer@gmail.com.

Ficha técnica:

Texto: Julia Spadaccini

Direção: Alexandre Mello

Elenco: Anna Sant´Ana, Dida Camero, Leandro Baumgratz e Rogério Garcia

Iluminação: Renato Machado

Cenografia: Daniele Geammal

Figurinos: Ticiana Passos

Trilha sonora: Leandro Baumgratz

Direção dos vídeos: Felipe Bretas e Paula Sattamini ( Multifocus)

Programação visual: Humberto Costa Ribeiro

Direção de Produção: Anna Sant’Ana e Rogério Garcia

Assistência de direção e produção executiva: Paula Loffler

Realização: Usina D’Arte Produções Artísticas

Serviço
Espetáculo Um dia qualquer

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Informações: (21) 3980-3815

Datas: 19 de janeiro a 4 de fevereiro de 2017 (quinta-feira a sábado)

Duração: 70 minutos

Horário: 19h

Lotação: 176 lugares (mais 3 para cadeirantes)

Ingressos: R$20,00 e R$10,00 (meia entrada) - além dos casos previstos em lei, clientes Caixa pagam meia.

Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 10h às 20h

Classificação: 12 anos

Acesso para pessoas com deficiência

Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal


Sinopse

Um executivo, uma professora de inglês, um ator que trabalha com animação de festas e uma enfermeira de pacientes terminais, encontram-se num banco de praça, num dia de verão que parece outono, em plena semana de trabalho na correria do Centro do Rio. O público se torna cúmplice das confissões e histórias destes estranhos que nunca haviam se visto antes, e esse encontro inusitado faz com que revelem entre eles suas dores, seus amores, sua vida de forma emocionante e muito engraçada. Os personagens falam também diretamente com o público, dividindo seus pensamentos e se contradizendo com as suas ações, durante este encontro inusitado.

Workshop gratuito de empreendedorismo em produção cultural:
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 2

Data: 27 de janeiro de 2017 (sexta-feira)

Horário: 14h a 18h

Vagas: 25

Inscrições: espetaculoumdiaqualquer@gmail.com


Sobre a Autora - Julia Spadaccini 

Nasceu no Rio de Janeiro, tem 38 anos, é formada em Artes Cênicas pela UNI-RIO, em Psicologia pela USU e Pós-graduada em Arteterapia pela Cândido Mendes. No teatro, Julia é autora das peças de mais de 18 peças encenadas no Rio de Janeiro e em viagens pelo Brasil.
Na TV foi roteirista da série “Oscar freire 279” (Multishow – 2011); do programa “Aprender a Empreender” (Canal Futura – 2010); “Básico” e “Quase Anônimos” (Multishow – 2009). Foi integrante do site “Dramadiário” durante três anos. E foi roteirista contratada na produtora Jodaf Mixer e Conspiração Filmes (2008/09).

No cinema assinou o roteiro do filme “Qualquer Gato Vira-lata” produzido pela Tietê Filmes e do curta “Simpatia do Limão” vencedor do prêmio “Porta-curtas Petrobrás” no Festival de Cinema do Rio (2010). Participou da oficina de teledramaturgia da Rede Globo (2010). Colaborou como roteirista do filme “Loucas para Casar” (Glaz Filmes/ 2015). Desenvolveu o argumento do filme “Isolados” (2014). Esteve em cartaz com a peça “A Vida Sexual da Mulher Feia” monólogo que escreveu para o ator Otávio Muller, e seu ultimo espetáculo,  “Até o final da noite”, está em cartaz no CAIXA Cultural Rio de Janeiro. Indicada aos prêmios Shell (2012), APTR e CESGRANRIO (2013). Vencedora do prêmio Fita (2013) e do prêmio Shell RJ (2013) como melhor autora pela peça “A Porta da Frente”. Em TV, é contratada da REede Globo e onde foi roteirista dos programas “Tapas e Beijos” (2013-2015) e da série “AMORTEAMO” (2015).

Sobre o Diretor - Alexandre Mello 

Alexandre Mello é diretor, ator e professor especializado na preparação de atores e discussão de projetos de criação com jovens artistas. Desenvolve uma dinâmica própria de trabalho há mais de vinte anos e dirige laboratórios de criação no ateliê Alexandre Mello. É professor de interpretação na Escola de Atores WOLF MAYA. Escreveu o livro Vestindo Nelson, pela Editora Francisco Alves. É diretor artístico e curador da programação do Teatro Ipanema ao lado de Fabianna Mello Souza. Antes disso, de 2012 a 2015, foi diretor artístico e curador do Teatro Municipal Gonzaguinha, com o bem sucedido projeto VEM! E faz parte da equipe de curadores do FESTIVAL DOIS PONTOS.

Seus últimos trabalhos de direção foram: Até o Final da Noite, de Julia Spadaccini com Angela Vieira e Isio Ghelman, no Teatro Ipanema; Quebra Ossos, que estreou e fez grande sucesso de público e crítica, no Teatro Laura Alvim, indicado ao Prêmio SHELL 2012, e Um dia Qualquer, ambos de Julia Spadaccini, que estreou em 2013 no Espaço SESC, é um sucesso unânime de crítica e de público, indicado ao PREMIO APTR 2013, ganhou o Prêmio Myriam Muniz de circulação para 2015. Há três anos em cartaz. Dirigiu em dezembro de 2014, O Branco dos seus Olhos, de Álvaro Campos, que estreou no Espaço SESC e fez uma segunda temporada no Teatro Poeira em 2015. Está em processo de criação de Lucrecia, que fez uma mostra de processo no Festival Dois Pontos 2015 e estreia no Sesc Tijuca em Fevereiro/16. Já dirigiu mais de 20 montagens profissionais de teatro.

Ainda como diretor realizou entre outros: O Rinoceronte, de E.Ionesco – Espaço Cultural Sergio Porto e Espaço III do Teatro Villa-Lobos- 1997/98. A Paisagem Daqui é Outra – Itaú Cultural- São Paulo e X Panorama de Dança, Espaço Cultural Sergio Porto - (Escolhido entre os Dez Melhores do Ano de 2001 pela Crítica de O Globo) - com Cia. Márcia Rubin. Vassah de Máximo Gorki- Teatro Villa-Lobos, Teatro São Pedro (POA), Caxias do Sul, Teatro Sergio Cardoso (SP) 2000/01, Who´s gonna kill me?, performance no RioCena –Teatro Carlos Gomes- 2002, Vestido de Noiva de Nelson Rodrigues no Teatro do SESI Junho/julho de 2003. Insulto público de Peter Handke em novembro/2005 no Teatro da UniverCidade e em 2006 no CCBB-Teatro II. Teorema, co-direção da Cia de Dança Márcia Rubin, CCBB. Canção de Mim Mesmo de Walt Whitman – Espaço SESC em outubro de 2006; em 2007 – Canção de Mim Mesmo – a proposição – SESC Avenida Paulista – agosto e setembro; Quatro Pessoas de Mário de Andrade – Espaço SESC – maio de 2008. Solano e Rios de José Sanchis Sinisterra – Espaço SESC – Sala Multiuso – março de 2011, CCJF em setembro e Galpão Gamboa; O Futuro por Metade de Mia Couto, em parceria com Andre Paes Leme e outros no Espaço SESC em Setembro de 2012.

Como ator fez: Édipo Rei; Oréstia; Prometheus e As Troianas. Com o Grupo Mergulho no Trágico foram premiados com o Mambembe 1989 e o Shell 1990. Fez Ñaque de Sanchis Sinisterra – Turnê em Portugal- direção de Moncho Rodrigues – 1992; Family Voices de Harold Pinter – Teatro II do CCBB- direção: Silvia Paselo- 1995; Perdida nos Apalaches de Sanchis Sinisterra – Casa da Gávea- Direção: Sanchis Sinisterra-1997; Acteon de Virgílio Piñera – EntrèScenen Teatret- Aarhus, Dinamarca- direção: Miyoko Kataoka- 1998. Atuou em Capital Federal –CCBB no Rio e em Na Geladeira no Espaço SESC em 2003 e circuito SESC-RJ, em turnê. Hamelin de Juan Mayorga com direção de André Paes Leme CCBB Rio e São Paulo e várias capitais e cidades do Brasil. Doze Homens e Uma Sentença no CCBB Rio e Maison de France com direção de Eduardo Tolentino. Participou no episódio 24 da série Milagres de Jesus - TV RECORD - como o antagonista, mendigo Lior. Participou da websérie RIO de Paula Sattamini e Felipe Brettas, em edição. Trabalhou na Itália, Dinamarca, Espanha e Portugal.

Prêmios e indicações: Shell 1990 pela pesquisa do Grupo Mergulho no Trágico; Prêmio Bolsa RioArte 2002 - direção; FATE 2010 e 2011 por Solano e Rios - prêmios montagem e circulação; Indicação ao Premio Shell 2012 por Quebra Ossos de Julia Spadaccini; Indicado ao Premio APTR 2013 por Um dia Qualquer de Julia Spadaccini; Prêmio Myriam Muniz 2014 para circulação de Um dia qualquer

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CONSTRUA O SEU CAMINHO (Mônica Motta) - “O nosso objetivo com esta obra é atingir mais pessoas, levar orientação e dicas para a construção de um caminho profissional autêntico, com significado e intento”, disse Monica.

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A obra trata-se de uma antologia poética que reúne 91 poetas de diversos países que falam o idioma português, como Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique e Portugal, além do Brasil. O livro conta ainda com a quarta capa de Pepetela, o maior escritor de África.

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Livro infantil "O Pirata Barba Ruiva II"

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De Manoel Arthur Villaboim,

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crédito: Lia Amorelli

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