quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Debora Lamm interpreta Medéia na peça “Mata teu pai”, a partir de 31 de agosto, no Teatro Poeira

A montagem celebra 20 anos de carreira da atriz, que depois de muitos papéis cômicos vai interpretar um papel trágico no teatroEntre expatriados e imigrantes, a Medéia de Debora Lamm questiona valores atuais, como o feminismo e o preconceitoTexto de Grace Passô inaugura uma nova perspectiva e versão para o mito Medéia


Sexto espetáculo da Cia OmondÉ, “Mata teu pai” é uma livre adaptação do mito de Medéia e foi escrito por Grace Passô especialmente para a atriz Debora Lamm. O primeiro solo teatral da carreira da atriz. Entre expatriados e imigrantes, a Medéia de Debora Lamm questiona valores atuais, como o feminismo e o preconceito. A montagem celebra 20 anos de carreira de Debora Lamm, que depois de muitos papéis cômicos vai interpretar um papel trágico no teatro. O espetáculo cumpre temporada de 31 de agosto a 29 de outubro, quinta a sábado às 21h, domingo às 19h, no Teatro Poeira.

– “PRECISO QUE ME ESCUTEM!” diz Medéia em sua primeira fala na peça “Mata teu pai”. E ela, aliás, elas, têm muito a dizer sobre nossos dias, nossos tempos tristes, onde imperam o retrocesso e a intolerância. Medéia está em movimento, vive em meio a escombros da cidade onde agora está. Encontra mulheres: síria, cubana, paulista, judia, haitiana. Se vê na mesma condição de imigrante. Algumas tornam-se suas cúmplices, outras suas algozes. Percorre um caminho interior, onde decide que quem tem que morrer é Ele, que a desprezou e tirou seu direito de ser sua mulher. “Que direitos temos nós?” Ela tem consciência de seus direitos e luta por eles. Para além de um paralelo sobre o mito, Grace Passô recria a sua feiticeira, performatizada por Debora Lamm, e a insere nos dias de hoje, criando assim um debate sobre a condição da mulher atual. Também propõe uma mudança na história, inaugurando uma nova perspectiva e versão para o mito. Oxalá o mal não avance mais do que agora. – explica a diretora Inez Viana.

A encenação se baseia no discurso de Medéia, onde o público tem papel fundamental. 

– Medéia é uma protagonista feminina que desafia o amor romântico. Na tragédia ela ressignifica o sentimento quando na fuga com o ser amado, o que fará dela uma estrangeira, mata o próprio irmão e mais adiante mata seus próprios filhos com Jasão ao se ver traída por ele. A Medéia de “Mata teu pai” leva consigo o discurso e angústias do mundo atual. Dar voz a uma personagem milenar é sempre um desafio – comenta Debora Lamm que, além de “Mata teu pai”, segue 2017 como uma das protagonistas do “Zorra”, em dois longa-metragens e dirigindo uma nova peça “O Abacaxi".

Junto com Debora Lamm, em “Mata teu pai” também estarão em cena As meninas da Gamboa, 13 senhoras com mais de 65 anos, moradoras da região da Gamboa, que formam um coro, uma espécie de inconsciente de Medéia.

Em circulação pelo Rio, São Paulo e Curitiba, “Mata teu pai” coleciona indicações a prêmios teatrais

Com uma ambientação simples da cenógrafa Mina Quental, um campo minado se desenha no espaço, trazendo toda a sorte de lixo eletrônico, como caixas e mais caixas de carregadores de celular, baterias, teclados de computador, monitores, etc… A luz de Nadja Naira e Ana Luzia De Simoni revela formas, rostos, corpos, de forma transversal, criando contradições nas imagens, para que o espectador possa construir junto, se sentindo parte da história. A direção de movimento de Marcia Rubin recria, a partir do coro de senhoras, uma atmosfera onírica como se elas habitassem apenas o sonho de Medea. A equipe de criação conta ainda com figurinos de Sol Azulay, caracterização de Josef Chasilew, direção musical de Felipe Storino e programação visual de Felipe Braga.

Indicado ao Prêmio Cesgranrio na categoria melhor texto nacional inédito e ao Prêmio Shell nas categorias de melhor cenário e melhor iluminação, “Mata teu pai” estreou nacionalmente em janeiro de 2017 no Espaço Cultural Sérgio Porto, Rio de Janeiro. Em abril participou da programação oficial do Festival de Curitiba e do Gamboavista. Em maio fez temporada de sucesso em São Paulo, no Sesc Ipiranga. Em junho fez temporada no Galpão Gamboa, localizado na zona portuária do Rio de Janeiro.

Assista ao trailer de “Mata teu pai” - https://vimeo.com/198869349  

Debora Lamm celebra 20 anos de carreira atuando no primeiro solo teatral, no humorístico “Zorra”, em peça com Bruno Mazzeo e Lúcio Mauro Filho, em dois longas para o cinema e dirigindo para o teatro

Debora Lamm está no elenco dois longas: “Chocante”, roteiro de Bruno Mazzeo com direção de Jhonny Araújo - seu personagem ‘Quézia’ é presidente do Fã Clube de uma Boy Bands dos anos 80 que tenta resurgir com eles a todo custo -, com estreia prevista para o dia 5 de outubro e em “Como é cruel viver assim”, roteiro de Fernando Ceylão com direção de Julia Rezende (seu personagem ‘Regina’ é uma empregada doméstica de caráter duvidoso), com estreia prevista para o segundo semestre deste ano. Cria do O Tablado e com 11 indicações à prêmios de teatro como atriz e como diretora, tem 4 troféus no currículo. Participou de mais de 30 espetáculos dentre os mais recentes “5x Comédia” de Antônio Prata, Gregório Duvivier, Jô Bilac, Julia Spadaccini e Pedro Kosovski, “Fatal” de Jô Bilac, Pedro Kosovski e Marcia Zanelatto, “El Pânico” de Rafael Spregelburd, “Infância, Tiros e Plumas” de Jô Bilac, “Cock - Briga de Galo” de Mike Bartlett, “Maravilhoso” de Diogo Liberano, “O Médico e o Monstro” de Georg Osterman, “Os Mamutes” de Jô Bilac e as “Conchambranças de Quaderna” de Ariano Suassuna. É integrante da Cia OmondÉ desde sua formação. Dirigiu as peças: “Abacaxi” (2017), “Pedro Malazarte e a Arara Gigante” (2014), “O Palhaço da Guerra” (2014) e “Ricardo” (2013). No cinema foi protagonista do sucesso de bilheteria “Muita Calma Nessa Hora” e do premiado “Seja o Que Deus Quiser” de Murilo Sales. Durante 4 anos, ao lado de Bruno Mazzeo, atuou no primeiro programa de dramaturgia da TV a Cabo brasileira, o sucesso “Cilada”. Na TV Globo trabalhou com Mauricio Farias, Dennis Carvalho, Denise Saraceni, Gilberto Braga, Felipe Miguez, Isabel de Oliveira, Guel Arraes, entre outros, em séries e novelas como “Geração Brasil”, “Celebridade”, “Sabor da Paixão”, “Um Anjo Caiu do Céu”, “Junto e Misturado” e, atualmente, é uma das protagonistas do humorístico “Zorra”. “Mata teu pai” é o primeiro solo teatral de Debora Lamm.

Ficha técnica
 
Texto: Grace Passô
Direção: Inez Viana
Performance: Debora Lamm
Participação: As Meninas da Gamboa
Direção de Produção: Maria Albergaria
Produção Executiva: Junior Dantas
Iluminação: Nadja Naira e Ana Luzia de Simoni
Cenário: Mina Quental
Figurino: Sol Azulay
Caracterização: Josef Chasilew
Direção Musical: Felipe Storino
Direção de Movimento: Marcia Rubin
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Programação Visual: Felipe Braga
Foto e Vídeos de Divulgação: Elisa Mendes
Um projeto da Cia OmondÉ

Serviço

“Mata teu pai”
Texto: Grace Passô
Direção: Inez Viana
Performance: Debora Lamm
Participação: As Meninas da Gamboa
Sinopse: Entre expatriados e imigrantes, Medéia questiona valores atuais, como o feminismo e o preconceito.
Local: Teatro Poeira, Rua São João Batista, 104, Botafogo (tel. 2537-8053)
Temporada: de 31 de agosto a 29 de outubro, quinta a sábado às 21h, domingo às 19h
Ingresso: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia-entrada)
Vendas pela internet http://www.tudus.com.br/
Classificação 14 anos
60 minutos
Drama

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Montagem da Cia OmondÉ confronta o passado e o presente do Brasil, levantando questões de ética e valores morais.

Leonardo Bricio protagoniza thriller contemporâneo baseado em romance histórico de Alcione AraújoPeça volta ao Rio, de 19 a 27 de agosto, no Espaço Furnas Cultural, com ingressos grátis

Os instantes que antecederam o golpe militar no Brasil e os primeiros momentos de repressão estruturam o espetáculo “Nem mesmo todo o oceano”. Protagonizado pelo ator Leonardo Bricio, a montagem resulta da adaptação que a premiada diretora Inez Viana fez em 2013 do romance homônimo do escritor, dramaturgo e pensador Alcione Araújo. As apresentações de “Nem mesmo todo o oceano” no Espaço Furnas Cultural, acontecem em 4 únicas apresentações, nos dias 19, 20, 26 e 27 de agosto, sábado às 20h e domingo às 19h, com ingressos grátis, distribuídos na bilheteria 1 hora antes.

O espetáculo levanta questões de ética e valores morais, contando a história fictícia de um médico recém-formado. O público conhece a difícil infância de menino pobre no interior de Minas, os primeiros tempos de estudante vivendo em pensões no Rio de Janeiro, as decepções amorosas, as frustrações existenciais, a difícil sobrevivência em meio às feras do asfalto selvagem, enfatizando sobretudo o seu processo de perversão espiritual. A montagem é um thriller contemporâneo dentro de um romance histórico.

Na peça, fatos reais se misturam à ficção, trazendo ao espectador imediata identificação de uma das mais agravantes e dolorosas épocas do nosso país, a era da inocência perdida. A esse respeito a diretora Inez Viana comenta: “É a história de tantos brasileiros. Gente que se formou, mas não tinha nenhuma cultura geral. Um alienado. Você não pode estar desconectado da vida política de seu país. Ele (o médico da peça) chegou aonde chegou, por conta de sua alienação.” Inez conclui com uma reflexão: “É impressionante como essa peça, que fala dos anos de chumbo, acontece em ocasiões críticas do país: estreamos em agosto de 2013, no meio das manifestações contra o aumento das passagens de ônibus, e meio ano antes de se completar os 50 anos da ditadura militar. Fizemos depois várias temporadas e agora voltamos com ela no momento em que nossa democracia está ameaçada. No mínimo, simbólico.”


Na encenação, os atores Leonardo Bricio, Iano Salomão, Jefferson Schroeder, Junior Dantas, Luis Antonio Fortes e Zé Wendell, intercalam-se nos diversos personagens da trama, trajam figurino simples porém elegante, e atuam com a liberdade do espaço vazio (não há cenário). Com isso a diretora privilegia o ator, colocando-o como centro do espetáculo, valorizando o jogo teatral e a imaginação do espectador.

A estreia nacional de “Nem mesmo todo o oceano” aconteceu em 2013, na Arena do Espaço Sesc, Rio de Janeiro. A peça cumpriu outras temporadas de sucesso no Rio, nos teatros Glaucio Gill, Alcione Araújo e Caixa Cultural, passou pelo Galpão Gamboa e fez o circuito de 14 Lonas Culturais Municipais pela periferia da cidade. Em circulação pelo Brasil, fez o Circuito Sesc do Cariri (Juazeiro do Norte, Iguatu e Crato), se apresentou em temporadas em Campina Grande, Belo Horizonte, Fortaleza, Passo Fundo, Lajeado, Pelotas, Recife, Salvador e participou da programação oficial do Festival de Curitiba. Sendo indicada aos prêmios APTR de Melhor Produção e Questão de Crítica de Melhor Direção e Melhor Trilha Sonora.

Sobre a Cia Omondé

A Cia OmondÉ surgiu no final de 2009 da vontade da diretora e atriz Inez Viana em formar um grupo com atores e atrizes vindo de várias partes do Brasil, para o aprofundamento de uma pesquisa cênica, onde a diversidade, a brasilidade e o diálogo com a cena mundial contemporânea fossem concomitantemente estudados. Trata-se de uma busca aos signos do teatro, infinitos se pensarmos na precisão de um gesto ou na magia do aparecimento de um objeto em cena, levando o espectador a ser cúmplice não-passivo, co-autor e não somente voyer do espetáculo. O repertório da OmondÉ compõe-se das peças: “As Conchambranças de Quaderna” (2009) de Ariano Suassuna, “Os Mamutes” (2011) de Jô Bilac, “Nem mesmo todo o oceano” (2013) de Alcione Araújo, “Infância, tiros e plumas” (2015) de Jô Bilac e “Mata teu pai” (2017) de Grace Passô.

Ficha Técnica

Autor: Alcione Araújo
Adaptação e Direção: Inez Viana
Direção de Produção: Claudia Marques
Elenco: Cia OmondÉ – Leonardo Bricio, Iano Salomão, Jefferson Schroeder, Junior Dantas, Luis Antonio Fortes e Zé Wendell
Iluminação: Renato Machado
Direção Musical: Marcelo Alonso Neves
Figurino: Flávio Souza
Consultoria Dramatúrgica: Pedro Kosovski
Assistentes de Direção: Carolina Pismel, Debora Lamm e Juliane Bodini
Programação Visual: Dulce Lobo
Assessoria de Imprensa: Ney Motta

Serviço

“Nem mesmo todo o oceano”
Autor: Alcione Araújo
Adaptação e Direção: Inez Viana
Direção de Produção: Claudia Marques
Elenco: Cia OmondÉ / Leonardo Bricio, Iano Salomão, Jefferson Schroeder, Junior Dantas, Luis Antonio Fortes e Zé Wendell
Sinopse: Thriller contemporâneo que conta os instantes que antecederam o golpe militar no Brasil e os primeiros momentos da repressão, enfatizando o processo de perversão espiritual do ser humano.
Local: Espaço Cultural Furnas. Rua Real Grandeza, 219, Botafogo (tel. 2528-5166)
Únicas apresentações: 19, 20, 26 e 27 de agosto, sábado às 20h e domingo às 19h.
Ingressos: GRÁTIS, com distribuição na bilheteria 1 hora antes.
Capacidade de público: 170 lugares
Classificação: 16 anos
Duração: 80 minutos
Trailer do espetáculo: http://vimeo.com/73329373






quarta-feira, 9 de agosto de 2017

William Vita

O Auto da Compadecida, clássico de Ariano Suassuna, esta em cartaz na Sala Baden Powell, em Copacabana, para uma temporada de um mês, todas as quintas e sextas-feiras de agosto.

O elenco é formado por veteranos da nossa TV como Willian Vita, no ar em "A Força Do Querer", novela da Rede Globo, como o comandante de Jeiza (Paola Oliveira), Ismar Santos, que conta com mais de 15 novelas, Lucas Leone, o Adamastor de "Pega Pega", novela também da Globo. Edu Porto, que passou pela "Malhação", fez "José do Egito", entre outras produções, junto com Vita saiu de cartaz no último domingo, com "Era Só Por Uma Noite", direto para esta readaptação de Suassuna.

Outros artistas formam este grande elenco, muitos deles da Academia Vita de Atores, com sede em Copacabana, Recreio e Campo Grande!

William Vita, ator, diretor e roteirista de diversos projetos teatrais e cinematográficos, propõe que a encenação de cada artista, seja a riqueza do espetáculo, através de leitura própria, performance com o parceiro, na elaboração de seu material cênico e figurino. O trabalho é focado no que o ator pode extrair do jogo teatral, do texto e da construção de imagens cênicas, proporcionando uma diversão aos próprios atores e principalmente à platéia.

O cenário é de fácil locomoção e mostra a simplicidade do sertão, com a figura da igrejinha ao fundo do palco. O ambiente se transforma na hora do purgatório somente com o auxílio da luz, trazendo ao fundo a sala de julgamento e local da aparição de Manoel e da Compadecida.

A atmosfera da encenação é tomada por uma trilha sonora através de músicas, com características juninas e religiosas.

O autor, Ariano Vilar Suassuna (João Pessoa, 16 de junho de 1927 — Recife, 23 de julho de 2014), romancista, ensaísta, poeta e professor brasileiro foi um defensor da cultura do Nordeste e um dos mais importantes dramaturgos brasileiros.

No ano seguinte de seu nascimento, deixa a Paraíba com a família e passa a morar no sertão. Com a Revolução de 30, seu pai foi assassinado por motivos políticos no Rio de Janeiro.

Fundador do Conselho Federal de Cultura (1967), foi nomeado pelo Reitor Murilo Guimarães, diretor do Departamento de Extensão Cultural da UFPe (1969). Ligado diretamente à cultura iniciou, em 1970, em Recife, o "Movimento Armorial", interessado no desenvolvimento e no conhecimento das formas de expressão populares tradicionais.

Foi membro da Academia Paraibana de Letras e Doutor Honoris Causa da Faculdade Federal do Rio Grande do Norte (2000). Foi o sexto ocupante da Cadeira nº 32, eleito em 3 de agosto de 1989, na sucessão de Genolino Amado e recebido em 9 de agosto de 1990 pelo Acadêmico Marcos Vinicius Vilaça.

Ariano construiu em São José do Belmonte (PE), onde ocorre a cavalgada inspirada no "Romance d'A Pedra do Reino", um santuário ao ar livre, constituído de 16 esculturas de pedra, com 3,50m de altura cada, dispostas em círculo, representando o sagrado e o profano. As três primeiras são imagens de Jesus Cristo, Nossa Senhora e São José, o padroeiro do município.

A Sala Baden Pawell abre suas portas a partir das 19 horas, a faixa etária é de 12 anos.


SERVIÇO:

O Auto da Compadecida

Data: - 10, 11, 17, 18, 24, 25 e 31 – Todas as quintas e sextas de agosto/2017

Local: - Sala Baden Powell – (Av. N. Sra. de Copacabana, 360 - Copacabana, Rio/RJ)

Horário: - 20h

Ingresso: - R$ 50 / R$ 25 (meia) – R$ 20 Lista Amiga e Classe Artística pelos telefones: (21) 99999-1-555 (Academia Vita de Atores)

Vendas: - Bilheteria do Teatro: (21) 2255-1067

- Academia Vita De Atores: (21) 99999-1-555
· Copacabana: Av. N. Sra. de Copacabana, 195 sl 718
· Recreio: Shopping Barra World - Mundo Árabe, sl 276 B
· Campo Grande: Av. Maria Tereza, 260 sl 524 Ed. Plaza Office Bl. Unique

Idade: - 12 anos.

Duração: - 90 minutos

FICHA TÉCNICA:

Espetáculo: - O Auto da Compadecida

Direção: - William Vita

Iluminação: - Amanda Oliveira

Dir. Musical: - Nil Maia

Figurino: - Aline Vassali, Cacilda Trevas, Khrysley Santos

Maquiagem: - Aline Vassali, Khrysley Santos

Cenografia: - William Vita

Prod. Executiva: - Academia Vita de Atores

Elenco:

1. Aline Vassali - Compadecida

2. Daniel Feitoza - Cabra

3. Edu Porto - Frade

4. Eduardo Dória - Chicó

5. Eric de Moraes - Sacristão

6. Gutemberg Rodrigues - Padeiro

7. Ismar Santos - Padre

8. Khrysley Santos - Mulher do Padeiro

9. Lucas Leone - Severino Aracaju

10. Mayara Nipo - Encourado

11. Ronan Ribeiro - Jesus

12. Silvia Bertelli - João Grilo

13. William Vita - Bispo

Duração: - 90 minutos

Classificação: - 12 anos

Gênero: - Comédia

Dir. Autorais: - Licenciado pela Associação Brasileira de Música e Artes (Abramus)

Informações: - Academia Vita de Atores (21)2427-0108 / 2541-1279 - www.vitadeatores.tv

- vitadeatores@globo.com

Imprensa: - ricardoaraujoassessoria@gmail.com

- Ricardo Araújo

- 21 983736735

segunda-feira, 7 de agosto de 2017


A artista visual carioca Moema Branquinho, umas das expositoras da mostra do Festival de Esculturas Itinerantes, que está em cartaz até dia 27 de agosto no Museu Nacional da República, em Brasília , participa em paralelo - junto com outras duas artistas cariocas - da 6° Bienal de Mosaico de Curitiba - Free Mosaic, de 3 de agosto a 3 de setembro, no Mezanino e no Salão Paranaguá do Memorial de Curitiba. 

A artista formada pela École Nationale Supérieure des Beaux Arts de Paris (1987-1993), especializada em Mosaico Artístico, irá expor a obra “Mergulho” composta por caco de vidro, refugo de Blindex, liso e fragmentado e pigmento fixados sobre madeira . 

“O elemento água sempre me inspirou para desenvolver os meus trabalhos. A obra em questão é uma assemblage do elemento água mostrando os ritmos da silhueta de uma nadadora; me foquei em sua transparência e o reflexo da luz produzida pelos raios do sol. A obra "Mergulho" composta por 10 placas recortados em quadrados e retângulos tem uma percepção diferente. Sendo esta exposta no chão, forçando o espectador de olhar de cima podendo assim ter uma visão geral desta peça que representa a forma sinuosa do corpo feminino”, explica Moema. 

Além de Moema participam da exposição as cariocas com a obra "Movimento" da artista Maria Artemis e Vania Carvalho com a obra “Cérebro”.

A exposição “Free Mosaic” abrigará 74 trabalhos, realizados por 88 artistas mosaicistas. As obras estão distribuídas entre esculturas, painéis e uma instalação. A diversidade de técnicas, materiais e estilos dentro do universo do Mosaico é a proposta desta edição, que pretende passar para o visitante a riqueza da liberdade que o mundo musivo permite nas expressões artísticas de trabalhos contemporâneos.

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Vencedor dos prêmios Pulitzer na categoria melhor drama e Tony na categoria melhor texto, “Agosto” (August: Osage County), de Tracy Letts, terá sua primeira montagem no Brasil a partir de 3 de agosto, no teatro do Oi Futuro Flamengo. A montagem vai celebrar os 40 anos de carreira da atriz Guida Vianna, que depois de muitos papéis cômicos vai interpretar um papel dramático na história sobre conflitos familiares que em 2013 foi adaptada para o cinema em “Álbum de Família”, filme protagonizado por Meryl Streep e Julia Roberts.

Com direção de André Paes Leme, o elenco de “Agosto” terá, além de Guida, Letícia Isnard, também como uma das protagonistas, e Alexandre Dantas, Claudia Ventura, Claudio Mendes, Eliane Costa, Guilherme Siman, Isaac Bernat, Julia Schaeffer, Lorena Comparato e Marianna Mac Niven. A peça mostra uma família disfuncional que se reúne depois que o pai desaparece, em um encontro de acerto de contas entre a mãe que se trata de um câncer e as irmãs que escondem pequenos e amargos segredos, inclusive de seus maridos.

No papel de Violet, Guida Vianna retorna aos palcos em “Agosto” após três anos dedicados a produções audiovisuais, na televisão e no cinema. “Violet é uma mulher que vive numa situação limite, literal e metaforicamente falando”, analisa Guida. “Literal porque faz quimioterapia para um câncer de boca, e talvez sua morte esteja anunciada. Metaforicamente, porque sua família está se desmantelando: o marido sumiu, as filhas só esperam o funeral para partir, e a ela só restará permanecer sozinha aos cuidados de uma empregada que ela não conhece”. Guida Vianna celebra uma trajetória de mais de 40 espetáculos teatrais, sendo vencedora do Prêmio Shell 2004 e do Prêmio Qualidade Brasil 2006. No audiovisual, atuou em oito novelas, oito minisséries e 14 filmes. Atualmente, está no ar na série infantil “Valentins”, do canal Gloob.

Os principais conflitos de Violet são com a filha Barbara, interpretada por Letícia Isnard. “Violet guarda mágoa de Barbara porque ela não voltou para casa quando soube do seu câncer, mas voltou quando o pai desapareceu”, conta Guida. “É a filha preferida porque Violet a julga a mais inteligente e a mais parecida com ela, e os temperamentos parecidos levam as duas a embates frequentes”.


Intérprete de Barbara, atualmente em cartaz no cinema com “Um tio quase perfeito” e na Rede Globo nos seriados “Sob Pressão” e “Filhos da Pátria”, Letícia Isnard chama a atenção para como a semelhança com a mãe assombra sua personagem. “Ela luta para não ter o mesmo destino da mãe: a solidão, consequente de uma personalidade forte, acachapante e agressiva”, explica. “Romper com esse ciclo de infelicidade e violência é também um ato de amor”. Em crise com o marido, a filha adolescente, distante das irmãs e do pai, “Barbara é uma mulher forte, que está num momento de total desestabilização”, resume a atriz.

Montagem vai dividir o palco em cômodos para uma “múltipla espacialidade”

Atualmente se dividindo entre o Rio e Lisboa, o diretor André Paes Leme diz que o primeiro cuidado que teve com a adaptação foi “suavizar o contexto norte-americano” da peça. O segundo foi em relação ao “realismo acentuado” proposto pelo autor: “Priorizei as situações de conflito e busquei não valorizar ao detalhe a construção do ambiente de cada cena”, explica. “Me interessa a complexidade das relações familiares, a intensidade com que depositamos no núcleo familiar tanto um amor inquestionável como também despejamos as angústias e inseguranças das nossas vidas”, diz o diretor. “Textos como esse revelam o quanto imprevisível é o comportamento humano”.

A montagem de “Agosto” vai dividir o palco do Oi Futuro nos cômodos da casa em que se passa a história, em uma “múltipla espacialidade” que vai exigir uma visão ativa do espectador, avisa Paes Leme. “A ação passeia por todos os cômodos e a proposta do autor é que o espectador possa ver simultaneamente todos os ambientes”, diz Paes Leme. “Na nossa concepção, as cenas serão sobrepostas: a personagem que está num determinado ambiente estará exatamente ao lado de outra que ocupa outra área da casa. Gradativamente, as diferentes cenas vão convivendo no palco”.

Isaac Bernat vive artista e professor na montagem brasileira

Em “Agosto”, Isaac Bernat vive dois personagens: Beverly, “um artista que só realizou uma grande obra”, como o próprio ator define, e Bill, o marido de Barbara, “um homem atormentado pelo amor que sente pela mulher e a impossibilidade de continuar com ela”. Eliane Costa vive Mathie Fae, uma mulher “potente, bem-humorada, libidinosa”, mas que exerce seu temperamento autoritário com o marido e o filho, como explica a atriz. Karen é a “mulher romântica com um passado sombrio”, que passa por cima da ética em busca da felicidade, segundo sua intérprete, Claudia Ventura. Para o encontro familiar, ela traz Steve (Alexandre Dantas), um homem com fraco por mulheres mais novas que se aproveita da baixa autoestima da companheira. Claudio Mendes interpreta Charlie, um agregado da família que consegue, por sua situação, distanciamento para interpretar os problemas de relação que testemunha. Ivy, interpretada por Marianna Mac Niven, se envolve com o primo Júnior (Guilherme Siman), o oprimido filho de Mathie Fae. Siman vê seu personagem como “um sujeito frágil, de bom coração, que se deixa arrastar pela vida, mas que enfim encontrou um afeto real, e está disposto a lutar por isso”. Completam o elenco Lorena Comparato como a adolescente petulante e ingênua Jean, e Julia Schaeffer, como a empregada Johnna, é a presença “que remete a um equilíbrio e paz interior, o que parece contrastante no meio de uma família desestruturada”.

Se o destino das personagens é inevitavelmente trágico, isso não faz de “Agosto” uma tragédia. Tracy Letts usa recursos do melodrama, da comédia de costumes, das sitcoms da televisão norte-americana e do vaudeville, mantendo a unidade formal, a coerência interna e estética da sua obra.

Autor é um dos mais importantes do teatro contemporâneo dos EUA

Nascido em Tulsa, Oklahoma, Tracy Letts é um dos mais importantes autores norte-americanos vivos. Vencedor dos prêmios Pulitzer na categoria melhor drama e Tony na categoria melhor texto, “August: Osage County” estreou em Chicago em 2007, na montagem do Steppenwolf Theatre Company (companhia a que pertence Letts), encenada depois em Nova York e Londres, entre outras cidades e países. Em 2013, a obra inspirou o filme “Álbum de Família” protagonizado por Meryl Streep e Julia Roberts, além de Ewan McGregor, Juliette Lewis, Sam Shepard e Benedict Cumberbatch. E agora terá sua primeira montagem no Brasil pelas mãos da produtora Maria Siman, da Primeira Página Produções, em parceria com Andrea Alves e Sarau Agência de Cultura Brasileira.


“Agosto” é uma realização da Primeira Página Produções e Sarau Agência de Cultura. O espetáculo conta com o patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro, da Secretaria Municipal de Cultura e da Oi, com apoio do Oi Futuro e copatrocínio Multiterminais. Recursos captados através da Lei Federal de Incentivo à Cultura e Lei do ISS Rio de Janeiro.

Em Portugal desde 2005, onde faz Doutorado na Universidade de Lisboa e é casado com a atriz e empresária portuguesa Patrícia Simões, André Paes Leme já montou cinco espetáculos em Lisboa, o mais recente no início desse ano como coordenador artístico da Escola da Cia Chapitô, por conta de uma encenação de grandes dimensões no Museu Nacional de Arte Antiga, que reuniu mais de 70 jovens artistas de circo. Em “Agosto”, ele volta a trabalhar com Andrea Alves, integrante de sucessos como “Gonzagão - a lenda”, “Ópera do Malandro”, “Gota D'água [a seco]”, “Auê” e “Suassuna - O Auto do Reino do Sol”.

“Tenho uma parceria com o diretor André Paes Leme há mais de vinte anos”, diz Andrea. “Quando Maria Siman me convidou para coproduzir a peça e eu li o texto, achei que ele poderia adaptar e criar uma proposta diferente da encenação original, aproveitando a qualidade da dramaturgia a favor de uma teatralidade focada no texto e nos atores.

Responsável pela produção de importantes espetáculos como “Ensina-me a Viver”, “O Pequeno Príncipe”, “O Grande Circo Místico”, “Incêndios” e “Maria do Caritó”, Maria Siman adquiriu os direitos do texto teatral para montagem no Brasil após assistir ao filme “Álbum de Família”. “Percebi que se tratava de dramaturgia adaptada para o cinema e parti em busca dos direitos de montagem da peça no Brasil”, lembra.


Ficha técnica

Texto: Tracy Letts
Tradução: Guilherme Siman
Direção e Adaptação: André Paes Leme
Direção de Produção: Andrea Alves e Maria Siman
Idealização e Coordenação Geral: Maria Siman
Elenco: Guida Vianna (Violet Weston), Letícia Isnard (Barbara Fordhan), Alexandre Dantas (Steve Heidebrecht), Claudia Ventura (Karen Weston), Claudio Mendes (Charlie Aiken), Eliane Costa (Mattie Fae Aiken), Guilherme Siman (Charlie Júnior), Isaac Bernat (Beverly Weston/Bill Fordham), Julia Schaeffer (Johnna Monevata), Lorena Comparato (Jean Fordham) e Marianna Mac Niven (Ivy Weston).
Diretor Assistente: Anderson Aragón
Cenografia: Carlos Alberto Nunes
Figurino: Patrícia Muniz
Iluminação: Renato Machado
Música: Ricco Viana
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Fotografia: Silvana Marques
Patrocínio: Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e Oi
Copatrocínio: Multiterminais
Co-realização: Oi Futuro
Realização: Primeira Página Produções, Sarau Agência de Cultura Brasileira, Ministério da Cultura, Governo Federal – Brasil Ordem e Progresso.

Serviço

Oi Futuro - Rua Dois de Dezembro, 63, Flamengo, Rio de Janeiro (tel. 21 3131-3060)
Lotação do teatro: 63 pessoas
Temporada: 3 de agosto a 17 de setembro, quinta a domingo, às 20h
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)
Venda na bilheteria de 3ª feira a domingo, das 14h às 20h ou pelo site ticketplanet.com.br
Classificação indicativa: 16 anos
Duração: 120 minutos
Gênero: Drama



segunda-feira, 24 de julho de 2017

Por meio do patrocínio da Petrobras, o espetáculo As canções que você dançou pra mim, da Focus Cia de Dança, dirigido e coreografado por Alex Neoral, faz curta temporada no Rio de Janeiro, no Imperator, até 30 de julho. A montagem, que está há cinco anos em cartaz e é sucesso de público, foi eleita entre os melhores espetáculos no ranking do jornal O Globo (2011) e Folha de São Paulo (2012). Fazem parte do elenco Carol Pires, Cosme Gregory, Gabriela Leite, José Villaça, J Leandro Rodriva, Marcio Jahú, Monica Burity e Roberta Bussoni.

Tem iê-iê-iê, canções românticas, clássicos de tirar o fôlego, enfim, emoções além do horizonte estão na construção da coreografia As canções que você dançou para mim. Alex Neoral se inspira na obra do rei Roberto Carlos para criar a montagem que visita as décadas de 1960, 1970, 1980 e 1990 através de muito movimento.

“A escolha por Roberto Carlos surgiu de brincadeiras do elenco que durante as viagens da cia. cantava músicas do rei onde um ia interrompendo o outro, com outra música, a partir de uma palavra comum”, conta o diretor e coreógrafo Alex Neoral. “Uma canção vai puxando a da sequência, formando uma grande história. É como se uma perguntasse e a outra respondesse”, completa Alex, que até novembro é um dos artistas residente do Cité Internationale des Arts em Paris.

Mais de 70 trechos das composições, sempre na voz do próprio Roberto em suas versões originais em clássicos dos anos 1960 a 1980 compõem As canções que você dançou para mim. Para Alex o desafio é duplo: mergulhar na obra de um artista tão popular, tão presente no cotidiano dos brasileiros, e colocar tal obra em diálogo com uma arte abstrata como a dança. “O significado da palavra é muito forte na canção. Procurei usar a literalidade, mas de uma forma inteligente, que não limitasse a dança a uma legenda da letra. Aproveitei as intenções para dar fisicalidade ao movimento e para buscar uma atitude teatral”, destaca. O resultado é uma apresentação que estabelece comunicação direta com os espectadores, o que cria identificação e conquista plateias de diferentes perfis.

Para completar o universo de referências à obra de Roberto Carlos, As canções que você dançou pra mim traz figurinos em tons de azul, que fazem alusão aos modelos e cortes das décadas de 1960 a 1980, com toques contemporâneos.

Bate-papo – Além das apresentações, a Cia irá realizar um bate-papo sempre aos sábados após o espetáculo.

A companhia - A Focus Cia de Dança é uma das mais atuantes e aclamadas companhias do país. Consagrada pela crítica especializada e pelo público, cada vez mais numeroso, a Cia encerrou o ano de 2016 somando 115 apresentações em todo o território nacional e no Canadá, onde participou com quatro trabalhos de repertório no Festival Quarties Danse em Montreal, em setembro. Dirigida e coreografada por Alex Neoral, a Focus recebeu, em novembro/2016, a Comenda da Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura, a maior condecoração da cultura brasileira que todos os anos agracia artistas e grupos de maior destaque no cenário artístico e cultural do Brasil naquele ano.

Entre 2010 e 2011, a Cia se apresentou em 32 cidades da França destacando a Bienal de Dança de Lyon. No exterior, levou suas obras para Canadá, Estados Unidos, Portugal, Itália, Alemanha e Panamá. No Brasil, para mais 80 cidades, entre capitais e cidades do interior. Em 2007 e 2008 seus trabalhos foram indicados entre os melhores do ano pelo Caderno B, do Jornal do Brasil. Em 2011, o trabalho “As canções que você dançou pra mim” foi eleito um dos 10 melhores pelo Jornal O Globo, e em 2012 pelo Guia da Folha de São Paulo, sendo um dos três melhores pela originalidade e simplicidade na opinião do júri especialista. O espetáculo chega próximo a marca de 300 apresentações e mais de 100 mil espectadores. Em 2014, estreou o espetáculo “Saudade de Mim” em parceria com o Projeto Portinari e João Candido Portinari. Recentemente estreou o espetáculo " Cinequanon" no Rio de Janeiro.

Desde 2013 a Focus Cia de Dança é patrocinada pela Petrobras.

Link com cenas do espetáculo para imprensa: https://vimeo.com/138702510

Link com fotos do espetáculo:

https://drive.google.com/drive/folders/0B6IWTs_vGCtOcUlfc25odFNvd3c?usp=sharing

SERVIÇO:

AS CANÇÕES QUE VOCÊ DANÇOU PRA MIM – FOCUS CIA DE DANÇA

DATA: até 30/07

LOCAL: Teatro - IMPERATOR – CENTRO CULTURAL JOÃO NOGUEIRA

www.imperator.art.br

ENDEREÇO: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier

HORÁRIO: Sexta e sábado – 20h | Domingo – 19h

INGRESSOS: R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia)

DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 55 minutos

CLASSIFICAÇÃO: Livre

VENDAS: INGRESSO RÁPIDO E BILHETERIA DA CASA

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DA BILHETERIA: Quarta: 13h às 20h30; Quinta a sábado: 13h às 21h30; Domingo: 13h às 19h30.

INFORMAÇÕES: 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

FORMA DE PAGAMENTO PARA O EVENTO: dinheiro e cartões Dinners, Master (débito e crédito), Visa (débito e crédito) e Vale Cultura

Desconto de 50% na compra de até dois ingressos para a força de trabalho da Petrobras (mediante apresentação do crachá) e para clientes do Cartão Petrobras (mediante apresentação do cartão)

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Projeto Arte Com Visão
Quando os 11 bailarinos do Projeto Arte com Visão, do Instituto Mundo Novo, souberam que iriam representar a Baixada Fluminense no Festival de Dança de Joinville, tido como o maior do mundo, a alegria foi unânime, mas logo o sentimento foi substituído pelo medo: como levar os 11 para o festival que ocorrerá em Santa Catarina a partir do dia 18 deste mês? O projeto, que no momento está sem patrocínio, fez de tudo: festivais, festas, bazares, pediu apoio da Prefeitura de Mesquita e de empresas da região, mas não conseguiu o suficiente e ainda faltam R$ 14,5 mil, valor cobrado pela empresa de ônibus para levar os jovens e a equipe para a competição, que irá até o dia 29.

Dos 12 dias de festival, o instituto optou por participar de apenas cinco, já que não tinha recursos para arcar com os gastos com os outros sete dias. Segundo Bianca Simãozinho Carvalho, presidente do Instituto Mundo Novo, que há 14 anos ensina dança para crianças e adolescentes da Chatuba, em Mesquita serão cinco apresentações por dia, e a seleção foi árdua. “Apresentamos coreografias, passamos por seleções, mandamos vídeos, a preparação começou no ano passado”, relembra ela. “No ano passado conseguimos o apoio do SESI Cidadania que patrocinou nossa ida até Joinville, mas esse ano tentamos vários apoios e parcerias, mas não conseguimos. Estamos muito tristes em saber que todo esforço do nosso grupo e equipe foram em vão para participarmos do Festival”, conta Bianca. “Atendemos mais de 200 crianças hoje, em 12 anos já atendemos mais de 2 mil e sempre conseguimos grandes resultados. Já fizemos tudo que estava ao nosso alcance, mas ainda falta muito para conseguirmos o valor para a viagem”, aponta ela.

Projeto Arte Com Visão
Atualmente, pouco mais de R$ 2.200 foram arrecadados através do crowdfunding hospedado no site de arrecadação de recursos Vakinha. “Já havíamos decidido cancelar nossa viagem, fizemos até um comunicado oficial, mas várias pessoas nos pediram para não desistir, criar uma vaquinha virtual, é isso que estamos fazendo, precisamos da ajuda de todos para mostrar o potencial que a Baixada Fluminense tem”, aponta Bianca, que espera conseguir o apoio necessário. “Se alguma empresa de ônibus quiser nos ajudar cedendo um ônibus ou dando um desconto, nos ajudaria muito, precisamos de ajuda de todos agora”, afirma.

Instituto Mundo Novo

O Instituto Mundo Novo é uma organização sem fins lucrativos que leva alternativas culturais para a Chatuba, em Mesquita, na Baixada Fluminense. A região, apresenta altos índices de vulnerabilidade social e poucas alternativas de desenvolvimento artístico e social para jovens e adolescentes. Indignada com isso, e apesar da pouca idade, Bianca Simãozinho Carvalho, de 30 anos, iniciou o que viria a se tornar o Instituto Mundo Novo, quando tinha apenas 16 anos. O sonho de Bianca tornou-se um projeto da família inteira, que colabora arduamente com o instituto, que já atendeu mais de 2 mil crianças e adolescentes em 14 anos de existência. Além de balé, o Instituto Mundo Novo ainda promove aulas de danças , além de reforço escolar, oficinas de corte e costura e cursos de empreendedorismo para jovens e adolescentes da região. Atualmente, 200 crianças e adolescentes são impactados diretamente pelas ações da instituição.

Serviço:

O que: Projeto Arte com Visão faz vaquinha virtual para ir para o maior festival de dança do mundo, que acontecerá em Joinville, Santa Catarina, a partir do dia 18 de julho. Colabore através do link: www.vakinha.com.br/vaquinha/salve-a-ida-do-projeto-arte-com-visao-para-joinville. Se preferir, doe através do PayPal, no link: goo.gl/3HeTxV. Mais informações através do site: www.ongmundonovo.org.br.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Espetáculo Fé No Corpo e In Corpo

Espetáculo InCORPO e da performance solo Fé No Corpo

Ambas as criações são alimentadas por memórias pessoais e coletivas dos intérpretes.
​Realização: ​Núcleo de Pesquisa em Dança e Cultura Afro-brasileira – NUDAFRO

InCorpo tese memórias ocorridas na infância; experiências conflituosas que declaram a presença da discriminação, da falta de respeito e da relação de poder entre gêneros; do orgulho de falar o seu próprio nome e de exaltar através da oralidade o nome de personalidades femininas da história​.

Fé ​N​o ​C​orpo revela memórias rituais da intérprete nos entremeios de movimentos, gestos e expressões. O corpo em fé é uma recordação no corpo, um ato que é ao mesmo tempo tradicional e singular. O corpo é apresentado como um arquivo que condensa um saber pelos movimentos verbais e não-verbais, com a finalidade de, transmitir e conservar a memória de um grupo.

Lançamento

Lançamento
"Do Sonho à Realização" - Renata Spallicci, que sofria bullying na infância e hoje é chamada de "Executiva Sarada" por seu corpo impecável, detalha no livro "Do sonho à realização", que será lançado dia 18 de maio, e sobre a criação de sua própria editora, a Legacy

Lançamento

Lançamento
A obra trata-se de uma antologia poética que reúne 91 poetas de diversos países que falam o idioma português, como Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique e Portugal, além do Brasil. O livro conta ainda com a quarta capa de Pepetela, o maior escritor de África.

Lançamento

Livro infantil "O Pirata Barba Ruiva II"

Livro infantil "O Pirata Barba Ruiva II"
De Manoel Arthur Villaboim,

Centro Cultural dos Correios Apresenta

Centro Cultural dos Correios Apresenta

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crédito: Lia Amorelli

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