sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Um homem, que adorava observar o céu, desafiou a Igreja Católica e acabou enfrentando a Santa Inquisição. E para fugir da fogueira, teve que negar tudo aquilo em que acreditava. 

A história de Galileu Galilei vai ser contada a partir de 1º de dezembro no palco do Teatro Municipal Maria Clara Machado, no Planetário da Gávea. Baseada no texto “A vida de Galileu” (Leben des Galilei, no título original em alemão), do dramaturgo Bertolt Brecht, a peça homônima ficou em cartaz por mais de um ano no Museu da Vida, da Fiocruz. 

Na montagem, dirigida por Daniel Herz e João Marcelo Pallotino, cabe a Roberto Rodrigues interpretar o cientista, enquanto oito atores se alternam em outros papéis. Toda a trama se passa no século 17, mas podia ser nos dias de hoje.

“Naquela época, havia uma força retrógrada muito forte por parte da Igreja, que, por motivos de poder e motivos obscuros não estava aberta ao novo, à diferença. Diria que hoje a gente está vivendo um retrocesso muito grande. Nesse sentindo, essa montagem faz uma dupla leitura: a da época do Galileu e a da homenagem aos cientistas que foram expulsos da Fiocruz durante o regime militar. Mas ainda tem uma terceira camada: que a gente está vivendo hoje, de profundo retrocesso na cultura, no que diz respeito às conquistas que a sociedade obteve em relação à diversidade e às diferenças. 
É um momento bastante assustador e, infelizmente, o texto mostra-se profundamente atual”, compara Daniel Herz, que foi convidado pela Fiocruz para fazer a encenação do texto, no ano passado, por conta da celebração dos 30 anos da reintegração dos pesquisadores, que puderam retornar à Fiocruz após a injustiça que sofreram. 

Na época, o governo brasileiro cassou os direitos políticos e a aposentadoria de dez pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC), que foram proibidos de entrar em seus laboratórios dentro da instituição.

Para homenageá-los, o espetáculo é entrecortado por depoimentos dos cientistas afastados. A ação se dá em um cenário propositalmente redondo.

“Essa circularidade é inspirada no próprio Galileu, com a ideia de mostrar que a Terra não está no centro do universo. A Terra está circulando, a vida está circulando, os valores estão circulando e o teatro também. O público se identifica com essa história, que tem uma dinâmica moderna, bem contemporânea e traz a ideia de você testemunhar os atores contando uma história, se revezando nos papeis”, defende Daniel.

Durante os ensaios, elenco e direção inseriram elementos para revitalizar a montagem e encaram o desafio de contar uma história não apenas para o público adulto, mas também para os jovens, já que muitos alunos de ensinos fundamental e médio assistiram à peça. Estudantes e professores da rede pública de ensino têm entrada gratuita garantida nas sessões do espetáculo.

“A ciência e o teatro precisam dos jovens: a juventude tem a mudança nos seus hormônios. Essa peça une arte e ciência e isso já vale a aventura de abrir o pano”, conclui Daniel.

A peça está sendo realizada com recursos adquiridos por meio de parcerias feitas com o uso da Lei Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro. Esse projeto conta com patrocínio da Dataprev e do Grupo Seres.

Sinopse

Um homem, que adorava observar o céu, desafiou a Igreja Católica e acabou enfrentando a Santa Inquisição. Baseada no texto homônimo do dramaturgo Bertolt Brecht, a peça "A vida de Galileu" dialoga com os públicos jovem e adulto. Matemático, astrônomo e físico italiano nascido em 1564, Galileu, decidido a explorar aspectos desconhecidos do Universo, construiu um telescópio em 1609 com mais capacidade do que os que existiam à época. Manchas solares e os satélites de Júpiter são algumas de suas descobertas. Galileu defendeu a teoria heliocêntrica de Copérnico, segundo a qual o Sol é o centro do Universo e não a Terra, o que o fez ser perseguido pela Igreja Católica. Para fugir da fogueira, teve que negar aquilo em que acreditava.

A encenação associa a questão do autoritarismo com o episódio que ficou conhecido como Massacre de Manguinhos, quando dez cientistas da Fiocruz tiveram seus direitos políticos cassados e foram forçadamente aposentados durante a ditadura militar. Os cientistas foram proibidos de entrar em seus laboratórios e muitas de suas pesquisam foram paralisadas. Mais informações em https://portal.fiocruz.br/pt-br/content/cartilha-sobre-reintegracao-dos-pesquisadores-cassados]

“A peça discute a relação dos cientistas, enquanto intelectuais de uma sociedade, com a sustentação do autoritarismo ou da democracia e da liberdade. Além disso, aborda em muitas cenas porque o cientista deve se aproximar da população. É uma discussão em que a divulgação científica é peça central. Todos esses elementos estão bastante presentes na peça a partir dos dilemas que o próprio Galileu enfrenta”, esclarece Diego Vaz Bevilaqua, um dos idealizadores do projeto.

Ficha Técnica

A Vida de Galileu (de Bertolt Brecht)

Direção geral - Daniel Herz

Direção - Daniel Herz e João Marcelo Pallottino

Diretor assistente - Clarissa Kahane

Tradução - Roberto Schwarz

Adaptação do texto – Daniel Herz, Diego Vaz Bevilaqua, Letícia Guimarães e Wanda Hamilton

Elenco - Andressa Lameu, Carol Santaroni, Diego de Abreu, Ingra da Rosa, Leandro Castilho, Letícia Guimarães, Pablo Paleologo, Roberto Rodrigues e Sérgio Kauffmann

Direção musical e música original - Leandro Castilho

Cenário - Fernando Mello da Costa

Figurino - Carla Ferraz

Luz - Aurélio de Simoni

Operação de luz - Lívia Ataíde

Operação de som - Rafael Silvestre

Operação de vídeo - Mariluci Nascimento

Direção de movimento - Janice Botelho
​Programação visual - Alana Moreira e Flávia Castro

Assessoria de imprensa: Haendel Gomes (COC/Museu da Vida), Sheila Gomes e Sara Paixão

Produção executiva – Fernanda Avellar e Mariluci Nascimento

Direção de produção - Geraldo Casadei

Serviço
Teatro Municipal Maria Clara Machado (dentro do Planetário da Gávea)

Temporada: de 1º a 17 de dezembro, sextas, sábados 21h e domingos, às 20h

Ingresso: Inteira R$20,00 Meia R$10,00 – Gratuidade para professores e alunos da rede pública de ensino

Classificação Indicativa: a partir de 10 anos

Duração: 75 minutos

Gênero: Drama

Endereço: Av. Padre Leonel Franca, 240 - Gávea, Rio de Janeiro - RJ, 22451-000

Telefone: 2274 7722

E-mail institucional: teatromclaramachado.cultura@gmail.com

Horário de funcionamento: 14h às 22h

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

 Carlos Vereza posa com o Diretor Bruno Saglia e o produtor de imagens aéreas Germano

No sábado dia 11 de novembro foi realizado o lançamento do filme "De Repente eu Te Amo", que tem no elenco Carlos Vereza, Marcello Melo Junior, Alexandra Richter e Jane Saglia.

O drama romantico dirigido por Bruno Saglia e produzido por João Pedro Durão e Thiago Vasconcellos tem previsão para estar nos cinemas somente ano que vem.

"É um filme que estamos fazendo com um cuidado muito especial, para poder estar concorrendo nos maiores festivais de cinema do mundo, pelo fato de termos o grande Bruno Saglia como diretor, então fazemos todo o percurso dos festivais nacionais e internacionais e em seguida lançamos nos cinemas", afirma o produtor do filme João Pedro Durão.

O filme conta com um grande diferencial por ter sido gravado em 4K e finalizado em 4K, sendo assim um dos primeiros filmes brasileiros a terem a tecnologia 4K.

Logo após o lançamento, aconteceu uma festa fechada para 200 convidados assumida pelo promoter David Santiago, e quem comandou a pista de dança foi a DJ Eve, residente do Clube Hipo.





Carlos Vereza com o Saxofonista Thiago Astory


O empresário Marcelo Cardoso posa com Bruno Saglia, o promoter David Santiago e o produtor João Pedro Durão


Produtor João Pedro Durão fala sbre tecnologia usada em seu filme

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Escritor Marco Guimarães

O escritor brasileiro Marco Guimarães, com livros publicados no Brasil, Angola, Croácia e França, lança seu próximo livro "O Corvo", dia 8 de novembro, a partir das 19h, no Spazziano, em Ipanema. 

Na noite de autógrafos, haverá apresentação do músico francês Christian Bassoul. 
Em "O Corvo", Guimarães trata do desaparecimento de várias pessoas, na Cidade Luz, envolvidas em um mistério de realismo fantástico, sua marca como autor. 

O livro foi lançado esse ano, em setembro, em Paris, com apoio da Embaixada do Brasil. 
O autor, agenciado por Luciana Villas Boas, e que reside metade do ano na França e a outra metade no Brasil, optou por um lançamento pela Amazon apostando no segmento "on demand" e em dois idiomas simultâneos, português e francês.

Seu primeiro livro, lançado com o pseudônimo Paul Lodd, “De escritores, fantasmas e mortos” chamou a atenção da crítica, com resenhas na França e em Portugal. 
Com seu segundo romance, “Meu pseudônimo e eu”, Marco foi nomeado um dos 20 finalistas do Premio Portugal Telecom de Literatura em 2012 e, em 2014, foi publicado na Croácia pelo grupo editorial Ljevak. 

O terceiro romance, “A Bicha e a fila”, escrito a quatro mãos com o escritor angolano Manuel Rui, foi publicado no Brasil e em Angola.

Em “O estranho espelho do Quartier Latin”, seu quarto romance, lançado no Brasil em 2016, o autor passeia pelo universo do fantástico, ao contar a historia de um jornalista que tem a vida avaliada por três imagens em um espelho antigo. 
Uma delas, por alguma estranha razão, está conectada com um súbito aumento de suicídios de idosos no Quartier Latin gerando uma surpreendente investigação em busca da verdade.

Na crítica da professora de Português da Sorbonne, Maria Graciete Besse, publicada na Revista Latitudes, "As histórias inventadas por este autor brasileiro, situam-se em grande parte no Quartier Latin, em torno de sujeitos em trânsito, completamente fascinados pela topografia parisiense, vivendo enredos que poderíamos caracterizar entre o estranho e o
fantástico, a lembrar algumas das melhores páginas de Borges ou de Cortázar. 

Mobilizando o tema baudelairiano do flâneur - que Walter Benjamin transformou em figura alegórica da modernidade -, Marco Guimarães revela-nos um outro tipo de fantasmagorias que encontram na mesma cidade francesa o seu centro de gravidade mas se identificam agora com novas formas de experiência subjetiva, típicas da condição pós-moderna, jogando com a auto-reflexividade, prática narrativa que chama a atenção sobre os seus métodos e exige a cooperação activa do leitor que, como mostrou a estética da recepção, se revela uma figura fundamental do texto literário. ",

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Daniela Mercury
A Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e a Secretaria Municipal de Cultura, por meio da Lei Municipal de incentivo à Cultura - Lei do ISS apresentam no próximo dia 9 de novembro no Theatro Municipal do Rio de Janeiro a terceira edição do Festival Harmonia. 

Na última apresentação do ano, o espetáculo reúne os cantores Ivan Lins, Daniela Mercury e Fernanda Gonzaga, o bandolinista Hamilton de Holanda e o multi-instrumentista Carlos Malta.

O Festival, pela primeira vez, será dividido em três grandes blocos. O primeiro momento da apresentação será dedicado a Pixinguinha, que ganhará pelas mãos dos músicos Hamilton de Holanda e Carlos Malta releituras de suas maiores canções, incluindo Carinhoso, que completa 100 anos em 2017.

Um dos compositores com a obra mais atual no contexto social brasileiro, Gonzaguinha deixou saudades ao Brasil inteiro há exatos 26 anos. Para homenageá-lo, seu único parceiro de composição, Ivan Lins, e sua filha Fernanda Gonzaga sobem ao palco para reviver clássicos da música brasileira como “Desenredo”, “Debruçado” e "O que é o que é”. Na última apresentação da noite, Daniela Mercury trará ao Festival Harmonia alguns dos maiores sucessos da carreira de Dorival Caymmi. Escolhidas a dedo, as músicas do repertório valorizam a leveza e a sonoridade do grande compositor baiano.

Com direção musical de Carlos Malta e curadoria dos produtores culturais Geraldinho Magalhães e Rodrigo Rezende, o espetáculo vai contar também com cenografia em painéis de LED de autoria do Vj Ratón.

- O Festival Harmonia é um projeto musical que, mais que homenagear, busca preservar as grandes obras da música brasileira e mantê-las bem vivas. Essa edição, a última de 2017, é a que vai ter mais cara de Festival, por não ter um tema específico e trazer canções de três pilares da música brasileira em apresentações conectadas porém independentes – afirma Rodrigo Rezende.

O festival é uma iniciativa do produtor cultural Rodrigo Rezende (Moleque Produções, fundada por Gonzaguinha nos anos 80) e da realizadora social Renata Cordeiro Guerra (Instituto Todos Com Felipe). O espetáculo vai ter a bilheteria de todas as edições revertida para a execução de duas obras: a reforma da ala infanto-juvenil da Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR) e para a implantação do projeto de ambulatório Oftalmo-Pediátrico no Hospital da Gamboa. 

Artistas de peso da MPB como os cantores Lenine, Roberta Sá, Diogo Nogueira e Ellen Oléria, as instrumentistas do Trio Capitu, o baterista e percussionista Robertinho Silva, os violonistas do Duofel, o multi-instrumentista Carlos Malta e o grupo musical Pife Muderno subiram ao palco nas duas primeiras noites do Festival.

III Festival Harmonia
Data: 09/11/2017

Horário: 20:30
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro - Praça Floriano, S/N – Centro

Apresentações:
Pixinguinha, por Hamilton de Holanda e Carlos Malta
Gonzaguinha, por Ivan Lins e Fernanda Gonzaga
Dorival Caymmi, por Daniela Mercury

Preço dos ingressos (Inteira):
Camarotes/frisas – R$ 80,00
Plateia/balcão nobre – R$ 60,00

Balcão superior – R$ 60,00

Balcão Superior Lateral – R$ 60,00

Galeria – R$ 10,00

Galeria Lateral – R$ 10,00

Onde comprar: https://www.ingressorapido.com.br/venda/?id=2852#!/tickets

sábado, 21 de outubro de 2017

crianças
Cinco crianças leem um livro, que acaba ganhando vida. Da imaginação delas, nasce um espetáculo cheio de significados em meio a jogos e canções, perfeito para encantar e divertir a garotada. 

Baseado no clássico de Ana Maria Machado, com adaptação e direção de Joana Lebreiro, o musical infantil “Bisa Bia, Bisa Bel terá temporada gratuita de 21 a 29 de outubro, no Centro Cultural Furnas, em Botafogo.

Agraciado com sete prêmios, pela temporada de 2014, sendo o Prêmio CBTIJ (Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e Juventude) em quatro categorias – entre elas: melhor espetáculo, melhor direção, melhor texto adaptado e melhor elenco – e o Prêmio Zilka Salaberry de Teatro para Crianças em três categorias: melhor espetáculo, melhor direção e melhor trilha sonora, o musical vem de algumas temporadas bem-sucedidas no Rio: nos Teatros Gláucio Gill, Cândido Mendes, Teatro Sesc Ginástico, na Cidade das Artes e nas Arenas Culturais.

“Bisa Bia, Bisa Bel” – um musical acústico – conta a história da menina Isabel, que aprende a lidar consigo mesma no convívio imaginário com sua bisavó e sua bisneta. Três tempos e três vivências cruzam-se numa mistura encantadora do real com a fantasia. O espetáculo tem como ponto de partida um grupo de cinco crianças que, juntas, leem o clássico de Ana Maria Machado. A partir disso, o livro ganha vida no palco por meio de canções e jogos, em que os amigos brincam e interpretam os personagens.

“Esse livro marcou a minha infância. Ele conta uma história emocionante com humor, poesia e lirismo. Quando pensei em adaptá-lo para o teatro, não queria que a montagem fosse uma tradução literal do livro, mas uma verdadeira brincadeira em cima do palco. Meu objetivo é despertar, nas crianças e nos pais, o desejo de ler o livro depois de sair do teatro”, explica a diretora Joana Lebreiro.

O espetáculo aborda a importância da memória e da formação da identidade, principalmente no universo feminino, com reflexão sobre o papel da mulher ao longo da História. "Quando escrevi ‘Bisa Bia, Bisa Bel’, estava com muita saudade das minhas avós. Vontade de falar sobre elas com meus dois filhos. Não imaginava que, pouco depois, teria uma filha e essa linhagem feminina ficaria ainda mais significativa para mim. Nem imaginava que esse livro fosse ganhar tantos prêmios e tocar tanto os leitores", conclui a autora Ana Maria Machado.

Ficha Técnica

Texto - Ana Maria Machado

Adaptação e direção - Joana Lebreiro

Direção musical e arranjos - Marcelo Rezende

Canções originais – Joana Lebreiro e Marcelo Rezende

Elenco: Viviana Rocha / Gisela de Castro / João Lucas Romero / Laura Becker / Vicente Coelho

Cenário - Carlos Alberto Nunes

Figurino - Mauro Leite

Iluminação - Aurélio de Simoni

Direção de Movimento – Nathalia Mello

Fotografia – Rudy Hülhold

Produção - Alexandre Mofati e Maria Alice Silvério

Realização - Ofício Produções


Serviço:

ESPAÇO FURNAS CULTURAL - 4 sessões

DIAS: 21, 22, 28 E 29 de outubro de 2017

Horário: 17h

Duração: 65 min.

Classificação: livre (recomendável para crianças a partir de 3 anos)
Anna Barreto em tarde de autografos na Livraria Leitura do Américas Shopping
No mês dedicado à luta contra o câncer de mama, a Livraria Leitura do Américas Shopping apoia a campanha Outubro Rosa e promove neste sábado (21), às 18h, um bate papo com a escritora Anna Barreto, autora do livro "Encontrando a Alegria em meio a dor", obra que relata sua experiência com o câncer de mama. A entrada é gratuita, com vagas limitadas.

Sobre o livro: Ao descobrir um câncer de mama, a autora decidiu enfrentar a luta com força e fé. O livro conta, em detalhes, cada etapa do processo vivido, e a forma como a fé em Deus fez com que ela encontrasse beleza e alegria nessa trajetória vitoriosa. “O desejo do meu coração é ajudar outras pessoas através de tudo o que eu vivi”, conta Anna.

Data: sábado, 21 de outubro

Horário: às 18h

Local: Livraria Leitura do Américas Shopping – Piso L1

Evento gratuito.

O Américas Shopping fica na Av. das Américas, 15.500 - Recreio (esq. com Benvindo de Novaes). Tel: (21) 2442-9900 - Site: www.americasshopping.com.br

Américas Shopping - Construído pela ECIA e administrado pela AD Shopping, o Américas Shopping chega para ser a nova referência em compras, lazer e serviços do Recreio. Os dois pavimentos abrigam um mix de 240 operações comerciais, reunindo as principais marcas do varejo nacional, restaurantes, ampla praça de alimentação e estacionamento com 2.500 vagas, sendo 1.800 cobertas. Com a proposta de oferecer serviços e entretenimento completos, o Américas Shopping conta com pistas de patinação no gelo e boliche, uma moderna academia Fórmula, Livraria Leitura, multiplex Cinesystem Cinemas com tecnologia 100% digital e a primeira Unidade de Serviços do Detran RJ no Recreio dos Bandeirantes.

Sobre a AD Shopping

A AD Shopping, maior administradora independente de shopping centers do País, está presente em todas as regiões brasileiras. Seu portfólio é composto por empreendimentos de diversos formatos, localizados tanto em capitais quanto no interior. São 25 anos de experiência em planejamento, comercialização e gestão de shopping centers. Visite: www.adshopping.com.br.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Do Coletivo MUANES Dançateatro, sob a direção de Denise Zenicola, interpela o tempo, um mergulho poético em nossas memórias e lugares no mundo. Alinhavar de tempos e espaços diversos no melhor lugar, onde tudo se pode alcançar: o lugar da Dança Afro Contemporânea Brasileira.

KATECÔ Danças Negras foi contemplado na edição 2015 do Prêmio Funarte de Dança 

Klauss Vianna com o patrocínio do Ministério da Cultura e Funarte e como Projeto Cultural no Prêmio Fomento Cidade Olímpica com o patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura 2016.

Vídeo: https://youtu.be/12u3VozTDTw

S​erviço

31 de outubro e 1º. de novembro de 2017 - 19h

Local - UNIRIO -Sala Pascoal Carlos Magno, na Escola de Teatro (Palcão) - Av. Pasteur, 436 (fundos) - Urca

Entrada Franca
Classificação livre indicativa para todas as idades ​

​Duração: 60 minutos

Dança Afro Contemporânea

Ficha técnica:

Direção Geral e Artística: Denise Zenicola

Direção Coreográfica: Denise Zenicola, Débora Campos, Amaury Lorenzo

Assistente de Direção: Débora Campos

Direção Musical e Percussão: Marcos Rum

Direção de Edição Musical: Chico Rota

Bailarinos/Performers: Álvaro Santos, Catia Costa, Débora Campos, Genilson Leite, Gisele Alves, Isabela Oliveira, Ivana D'Rosevita.

Concepção:

Montagem inusitada pela distância de um oceano entre bailarinos e a Diretora, distância atlântica que alavancou o ato criativo de todos nós, pelo ato virtual e campo sensível. KATECÔ Danças Negras abriga um pulsar de movimento e poética de dança entre tradição e contemporaneidade e deixa um pouco de si em marcas, tanto no corpo de quem dança como no de quem vê.

O roteiro de KATECÔ Danças Negras é livremente inspirado na filosofia Kongo '4 Momentos do Sol' e oficina de Zeca Ligiéro, meu eterno mestre e amigo. Os quatro círculos nas extremidades da cruz, os quatro momentos do sol e a circunferência da cruz, certeza da reincarnação: o indivíduo Kongolês de especial correção moral nunca será destruído, voltará no nome ou corpo de sua descendência ou na forma de eterno lago, cachoeira, pedra ou montanha. O supremo no topo, os mortos em baixo, e a água, linha da Kalunga, entre os dois.

Coletivo MUANES Dançateatro.

Sempre é preciso avivar e criar memória, num país onde tudo ou quase tudo se desfaz em vagas lembranças e memórias seletivas. Entendemos que a dança mais que uma profissão é um modo de vida e através dela, a dança, histórias pessoais e memórias de esquecimento, podem ser contadas. Assim, o corpo que dança encontrará um eco particular neste contexto repleto de vivências e construirá seu gesto dramático à procura do que está e o que não está mais, do que desapareceu.

Assustados com este Brasil, estamos consciente que devemos fazer mais, pela via que melhor dominamos: pela Arte, nosso nexo, força e arma letal.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

11 iniciativas serão premiadas em sete categorias que vão desde promoção da cultura à mídia e comunicação 

Em meio a inúmeros casos de intolerância religiosa no Rio de Janeiro, o Prêmio Osé Mimo 2017 vem na contramão do preconceito, reconhecendo os principais agentes que promovam a Cultura afro-brasileira e combatam a discriminação e racismo. O evento acontecerá no dia 11 de outubro, a partir das 18h, no Teatro Carlos Gomes (Praça Tiradentes, s/n). O prêmio será apresentado pelo jornalista e pesquisador Marcelo Reis e pela atriz Bianca Lima, com participação do ator Milton Filho.

A companhia CorpoAfro, coreografada por Eliete Miranda fará apresentação especial ao som da Orquestra de Atabaques, regida por Natanael Souza. A iniciativa conta com o apoio da Prefeitura do Rio de Janeiro, através da Secretaria Municipal de Cultura.

A Ialorixá Mãe Beata de Iemanjá, falecida no dia 27 de maio deste ano, será exaltada por sua trajetória cultural, política e religiosa. Como o Orixá Xangô é o grande patrono do prêmio, esse ano a companhia de dança Corpafro, através da coreógrafa Eliete Miranda trará nas performances as os orixás femininos conhecidos como Iyabas Iansã, Obá e Oxum, esposas do deus da justiça. A energia feminina regerá todo o tom artístico da premiação, com direção artística de Fábio e Rodrigo França.

Onze organizações da sociedade civil, coletivos ou pessoas físicas serão premiados em sete categorias: Promoção da Cultura; Manutenção do Patrimônio Material e Imaterial; Proteção dos Direitos; Respeito entre as Religiões; Serviço Social e Ações de Sustentabilidade; Mídia e Comunicação; e Combate ao Racismo e Discriminação. Os indicados só saberão o resultado no dia do evento.

O Prêmio Ose Mimo fará uma ligação entre o passado e o futuro. Será uma grande festa em exaltação à ancestralidade africana. O presente e o futuro gratos e reverenciando o passado. Se hoje cultuar alguma religião de matriz africana é um ato de resistência, imagina para aqueles que construíram um grande legado religioso. Não se solidifica uma cultura sem olhar para a história de um povo, de uma nação. Acrescentando com uma grande homenagem ao empoderamento feminino.


Sobre o Prêmio Ose Mimo 2017

Organizado pelo coletivo homônimo ao prêmio, Osé Mimọ significa machado sagrado, e foi idealizado por quatro casas de religiões de matriz africana: Ilé Aşé Efón, liderada pelo Babalorişa Elias d’ Iansã; Ilé Aşé Oiyá Iyá Mí, da Iyalorişa Rita d’ Oiyá; Ilé Aşé Oiyá Tolore Osun, da Iyalorişa Neném d’ Iansã; e Ilé Aşé Omin Odara, do Babalorişa Carlinhos d’ Oşaguian. O prêmio e o coletivo buscam contribuir com a preservação da diversidade étnica e cultural do país, através da promoção, reconhecimento e valorização de atores que colaboram para a promoção e salvaguarda da cultura, o respeito entre as religiões, com ações de visibilidade e de manutenção do patrimônio e a proteção dos direitos difusos ou coletivos.

Serviço

O Prêmio Osé Mimo 2017 acontecerá no dia 11 de outubro, a partir das 18h, no Teatro Carlos Gomes (Praça Tiradentes, s/n, Centro).

Mais informações através do e-mail: osemimo@gmail.com ou da fanpage: facebook.com/osemimo



Lançamento

Lançamento
"Do Sonho à Realização" - Renata Spallicci, que sofria bullying na infância e hoje é chamada de "Executiva Sarada" por seu corpo impecável, detalha no livro "Do sonho à realização", que será lançado dia 18 de maio, e sobre a criação de sua própria editora, a Legacy

Lançamento

Lançamento
A obra trata-se de uma antologia poética que reúne 91 poetas de diversos países que falam o idioma português, como Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique e Portugal, além do Brasil. O livro conta ainda com a quarta capa de Pepetela, o maior escritor de África.

Lançamento

As mais lidas

Super Click

Super Click
crédito: Lia Amorelli

OUTROS CADERNOS

Google+ Nossos Seguidores

Twitter