quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Do Coletivo MUANES Dançateatro, sob a direção de Denise Zenicola, interpela o tempo, um mergulho poético em nossas memórias e lugares no mundo. Alinhavar de tempos e espaços diversos no melhor lugar, onde tudo se pode alcançar: o lugar da Dança Afro Contemporânea Brasileira.

KATECÔ Danças Negras foi contemplado na edição 2015 do Prêmio Funarte de Dança 

Klauss Vianna com o patrocínio do Ministério da Cultura e Funarte e como Projeto Cultural no Prêmio Fomento Cidade Olímpica com o patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura 2016.

Vídeo: https://youtu.be/12u3VozTDTw

S​erviço

31 de outubro e 1º. de novembro de 2017 - 19h

Local - UNIRIO -Sala Pascoal Carlos Magno, na Escola de Teatro (Palcão) - Av. Pasteur, 436 (fundos) - Urca

Entrada Franca
Classificação livre indicativa para todas as idades ​

​Duração: 60 minutos

Dança Afro Contemporânea

Ficha técnica:

Direção Geral e Artística: Denise Zenicola

Direção Coreográfica: Denise Zenicola, Débora Campos, Amaury Lorenzo

Assistente de Direção: Débora Campos

Direção Musical e Percussão: Marcos Rum

Direção de Edição Musical: Chico Rota

Bailarinos/Performers: Álvaro Santos, Catia Costa, Débora Campos, Genilson Leite, Gisele Alves, Isabela Oliveira, Ivana D'Rosevita.

Concepção:

Montagem inusitada pela distância de um oceano entre bailarinos e a Diretora, distância atlântica que alavancou o ato criativo de todos nós, pelo ato virtual e campo sensível. KATECÔ Danças Negras abriga um pulsar de movimento e poética de dança entre tradição e contemporaneidade e deixa um pouco de si em marcas, tanto no corpo de quem dança como no de quem vê.

O roteiro de KATECÔ Danças Negras é livremente inspirado na filosofia Kongo '4 Momentos do Sol' e oficina de Zeca Ligiéro, meu eterno mestre e amigo. Os quatro círculos nas extremidades da cruz, os quatro momentos do sol e a circunferência da cruz, certeza da reincarnação: o indivíduo Kongolês de especial correção moral nunca será destruído, voltará no nome ou corpo de sua descendência ou na forma de eterno lago, cachoeira, pedra ou montanha. O supremo no topo, os mortos em baixo, e a água, linha da Kalunga, entre os dois.

Coletivo MUANES Dançateatro.

Sempre é preciso avivar e criar memória, num país onde tudo ou quase tudo se desfaz em vagas lembranças e memórias seletivas. Entendemos que a dança mais que uma profissão é um modo de vida e através dela, a dança, histórias pessoais e memórias de esquecimento, podem ser contadas. Assim, o corpo que dança encontrará um eco particular neste contexto repleto de vivências e construirá seu gesto dramático à procura do que está e o que não está mais, do que desapareceu.

Assustados com este Brasil, estamos consciente que devemos fazer mais, pela via que melhor dominamos: pela Arte, nosso nexo, força e arma letal.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

11 iniciativas serão premiadas em sete categorias que vão desde promoção da cultura à mídia e comunicação 

Em meio a inúmeros casos de intolerância religiosa no Rio de Janeiro, o Prêmio Osé Mimo 2017 vem na contramão do preconceito, reconhecendo os principais agentes que promovam a Cultura afro-brasileira e combatam a discriminação e racismo. O evento acontecerá no dia 11 de outubro, a partir das 18h, no Teatro Carlos Gomes (Praça Tiradentes, s/n). O prêmio será apresentado pelo jornalista e pesquisador Marcelo Reis e pela atriz Bianca Lima, com participação do ator Milton Filho.

A companhia CorpoAfro, coreografada por Eliete Miranda fará apresentação especial ao som da Orquestra de Atabaques, regida por Natanael Souza. A iniciativa conta com o apoio da Prefeitura do Rio de Janeiro, através da Secretaria Municipal de Cultura.

A Ialorixá Mãe Beata de Iemanjá, falecida no dia 27 de maio deste ano, será exaltada por sua trajetória cultural, política e religiosa. Como o Orixá Xangô é o grande patrono do prêmio, esse ano a companhia de dança Corpafro, através da coreógrafa Eliete Miranda trará nas performances as os orixás femininos conhecidos como Iyabas Iansã, Obá e Oxum, esposas do deus da justiça. A energia feminina regerá todo o tom artístico da premiação, com direção artística de Fábio e Rodrigo França.

Onze organizações da sociedade civil, coletivos ou pessoas físicas serão premiados em sete categorias: Promoção da Cultura; Manutenção do Patrimônio Material e Imaterial; Proteção dos Direitos; Respeito entre as Religiões; Serviço Social e Ações de Sustentabilidade; Mídia e Comunicação; e Combate ao Racismo e Discriminação. Os indicados só saberão o resultado no dia do evento.

O Prêmio Ose Mimo fará uma ligação entre o passado e o futuro. Será uma grande festa em exaltação à ancestralidade africana. O presente e o futuro gratos e reverenciando o passado. Se hoje cultuar alguma religião de matriz africana é um ato de resistência, imagina para aqueles que construíram um grande legado religioso. Não se solidifica uma cultura sem olhar para a história de um povo, de uma nação. Acrescentando com uma grande homenagem ao empoderamento feminino.


Sobre o Prêmio Ose Mimo 2017

Organizado pelo coletivo homônimo ao prêmio, Osé Mimọ significa machado sagrado, e foi idealizado por quatro casas de religiões de matriz africana: Ilé Aşé Efón, liderada pelo Babalorişa Elias d’ Iansã; Ilé Aşé Oiyá Iyá Mí, da Iyalorişa Rita d’ Oiyá; Ilé Aşé Oiyá Tolore Osun, da Iyalorişa Neném d’ Iansã; e Ilé Aşé Omin Odara, do Babalorişa Carlinhos d’ Oşaguian. O prêmio e o coletivo buscam contribuir com a preservação da diversidade étnica e cultural do país, através da promoção, reconhecimento e valorização de atores que colaboram para a promoção e salvaguarda da cultura, o respeito entre as religiões, com ações de visibilidade e de manutenção do patrimônio e a proteção dos direitos difusos ou coletivos.

Serviço

O Prêmio Osé Mimo 2017 acontecerá no dia 11 de outubro, a partir das 18h, no Teatro Carlos Gomes (Praça Tiradentes, s/n, Centro).

Mais informações através do e-mail: osemimo@gmail.com ou da fanpage: facebook.com/osemimo



quarta-feira, 27 de setembro de 2017

O espetáculo de dança afro contemporânea KATECÔ DANÇAS NEGRAS estará realizando nova temporada no Memorial Getúlio Vargas/Glória, todas as sextas-feiras, 18h, até 13 de outubro.​ Com o Coletivo MUANES Dançateatro - criação e direção coreográfica de Denise Zenicola
​.​
Release:

Katecô Danças Negras do Coletivo MUANES Dançateatro, sob a direção de Denise Zenicola, interpela o tempo, um mergulho poético em nossas memórias e lugares no mundo. Alinhavar de tempos e espaços diversos no melhor lugar, onde tudo se pode alcançar: o lugar da Dança Afro Contemporânea Brasileira.

KATECÔ Danças Negras foi contemplado na edição 2015 do Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna com o patrocínio do Ministério da Cultura e Funarte e como Projeto Cultural no Prêmio Fomento Cidade Olímpica com o patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura 2016.

Vídeo: https://youtu.be/12u3VozTDTw

S​erviço até 13 de outubro - sextas-feiras - 18h - 29 de setembro/6 e 13 de outubro)
Memorial Getúlio Vargas - Praça Luís de Camões s/n - Glória
Classificação indicativa para todas as idades ​

​Duração: 60 minutos
Ingressos: R$ 20 e R$ 10​
Dança Afro Contemporânea

Ficha técnica:

Direção Geral e Artística: Denise Zenicola

Direção Coreográfica: Denise Zenicola, Débora Campos, Amaury Lorenzo

Assistente de Direção: Débora Campos

Direção Musical e Percussão: Marcos Rum

Direção de Edição Musical: Chico Rota

Bailarinos/Performers: Álvaro Santos, Catia Costa, Débora Campos, Genilson Leite, Gisele Alves, Isabela Oliveira, Ivana D'Rosevita.

Concepção:
Montagem inusitada pela distância de um oceano entre bailarinos e a Diretora, distância atlântica que alavancou o ato criativo de todos nós, pelo ato virtual e campo sensível. KATECÔ Danças Negras abriga um pulsar de movimento e poética de dança entre tradição e contemporaneidade e deixa um pouco de si em marcas, tanto no corpo de quem dança como no de quem vê.

O roteiro de KATECÔ Danças Negras é livremente inspirado na filosofia Kongo '4 Momentos do Sol' e oficina de Zeca Ligiéro, meu eterno mestre e amigo. Os quatro círculos nas extremidades da cruz, os quatro momentos do sol e a circunferência da cruz, certeza da reincarnação: o indivíduo Kongolês de especial correção moral nunca será destruído, voltará no nome ou corpo de sua descendência ou na forma de eterno lago, cachoeira, pedra ou montanha. O supremo no topo, os mortos em baixo, e a água, linha da Kalunga, entre os dois.

Coletivo MUANES Dançateatro.

Sempre é preciso avivar e criar memória, num país onde tudo ou quase tudo se desfaz em vagas lembranças e memórias seletivas. Entendemos que a dança mais que uma profissão é um modo de vida e através dela, a dança, histórias pessoais e memórias de esquecimento, podem ser contadas. Assim, o corpo que dança encontrará um eco particular neste contexto repleto de vivências e construirá seu gesto dramático à procura do que está e o que não está mais, do que desapareceu.

Assustados com este Brasil, estamos consciente que devemos fazer mais, pela via que melhor dominamos: pela Arte, nosso nexo, força e arma letal.

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Domingo - 1º de outubro - 17h - 1 real - classificação livre e indicativa para todas as idades

Teatro Municipal do Rio de Janeiro - Praça Floriano, s/nº | Cinelândia,


17h - abertura do programa duplo com o espetáculo 5 Passos Pra Não Cair no Abismo - duração 45 min

intervalo - 15 min

18h - Na Pista - encerrando o programa com este eletrizante espetáculo de danças urbanas - duração 45 minCom a Companhia Urbana de Dança - Coreografia : Sonia Destri Lie e Companhia Urbana de Dança -

Uma das mais atuantes na cidade do Rio de Janeiro, a Companhia Urbana de Dança reúne oito dançarinos negros, que buscam na linguagem urbana e nas técnicas contemporâneas o caminho para suas criações..

“Cinco passos pra não cair no abismo” | Companhia Urbana de Dança - Esse trabalho fala das histórias que são possíveis mudar e tantas outras, quase todas, que ainda continuam sendo as mesmas. Pensando no texto do Caio Fernando Abreu “Vórtice, voragem, vertigem“, a coreógrafa Sonia Destri Lie e os dançarinos da Companhia Urbana de Dança desenvolveram a nova criação que, de acordo com Sonia, deveria ter se chamado “voragem“ - aquilo que sorve ou devora, pois é assim que a companhia se sente, tanto no abismo dos perigos de ser periférico, quanto os de estrelas falsas e de beijos e desejos.



Aqui não há sinais de que o grupo vá desistir de sua história de 12 anos mesmo diante das dificuldades: a ideia é dançar para não cair em nenhum desses abismos.

Uma das mais atuantes na cidade do Rio de Janeiro, a Companhia Urbana de Dança reúne oito dançarinos negros, que buscam na linguagem urbana e nas técnicas contemporâneas o caminho para suas criações.

Com a Companhia Urbana de Dança - Coreografia : Sonia Destri Lie e Companhia Urbana de Dança -

 Na Pista eletrizante espetáculo de dança urbana marca o retorno da companhia às suas raízes no subúrbio carioca. O título também faz alusão à gíria da periferia no sentido de liberdade, como uma expressão sinônima a “estar na vida”.

Rítmos e sequências coreográficas que fizeram parte da vida dos jovens dançarinos inspiraram a Companhia neste novo trabalho, que tem como referências hits de Michael Jackson, Jamiroquai, Tim Maia e Lauryn Hill, clássicos que marcaram a pista de dança, sob a leitura da companhia e sua linguagem particular.

Ao universo dos dançarinos, a coreógrafa trouxe David Bowie, Earth Wind and Fire, Chaka Khan e a dance music; Marçal, responsável pela trilha musical inseriu Erik Satie e De La Soul.

Ritmos e sequências coreográficas que fizeram parte da vida dos jovens da Companhia inspiram este trabalho, no qual técnicas e estilos são incorporados pelos dançarinos e postos em cena, com a estética própria de cada um deles.

Com a Companhia Urbana de Dança - Coreografia : Sonia Destri Lie e Companhia Urbana de Dança -

Vídeo

https://www.youtube.com/watch? v=t118tdG6_zE
Isaac Bardavid
Dia 28 de setembro, quinta-feira, o Family Geek Brasil no Carioca Shopping receberá o ator, dublador e autor Isaac Bardavid para uma noite de autógrafos do seu livro de poesias “Versos Adversos”.  

Bardavid é o dublador do Wolverine e também dos personagens Esqueleto do He Man, Tigrão do Ursinho Pooh, Robert Baratheon do Game Of Thrones e Freddy Krueger do filme 
A Hora do Pesadelo, entre outros. Quem quiser comprar o livro antes e retirar no dia basta acessar o link https://goo.gl/dW8HWP e fazer sua compra. O evento acontece no Carioca
Shopping – 2º. Piso – Casa Carioca, a partir das 18h.

O evento Family Geek Brasil acontece no Carioca Shopping de segunda a sábado, das 11h às 21h, e aos domingos, das 13h às 21h, com diversas atrações para os fãs da cultura nerd, geek e pop.

SERVIÇO: Noite de autógrafos do livro de poesias “Versos Adversos” de
Isaac Bardavid, ator e dublador (Lura Editorial – R$ 50,00 – 405
páginas). A partir das 18h, no 2º. Piso – Casa Carioca do Carioca
Shopping – Av. Vicente de Carvalho, 909 – Vila da Penha – Rio de
Janeiro – Tel: 2430-5120. Entrada gratuita.
Texto e atuação – Raquel Iantas


Colaboração artística – Aderbal Freire Filho, Bruno Lara Resende, Eleonora Fabião e Marcio Abreu

Direção – Mariah Valeiras e Raquel Iantas

De 05 a 29 de outubro – Mezanino do Sesc Copabacana

irina 

Irina, solo apresentado por Raquel Iantas, que estreia dia 05 de outubro, às 21h, no Mezanino do Sesc Copacabana, nasceu de um texto escrito pela própria atriz, a partir de memórias de sua infância, adolescência e juventude no Paraná das décadas de 60 a 80 do século passado. 


A ideia do texto foi expressar os afetos e o estado de espírito da infância e não simplesmente fazer um relato de memórias pessoais. Nove histórias da menina solitária e imaginativa de uma família operária, a convivência com a grave doença da mãe, um mundo para poucos sonhos, retratado em histórias que misturam realidade e ficção. A paixão pela arte, os afetos, inseguranças, medos as imagens criadas para construir ambientes. Irina é o retrato de uma vida que fez, de sua vocação, a mudança e a procura de sua própria história.

Em abril deste ano, Raquel fechou as nove narrativas que compões o espetáculo, nove episódios independentes que misturam realidade e ficção, onde buscou expressar mais os afetos e o estado de espírito da infância e adolescência do que o relato de memórias pessoais. E Irina nasceu. “Irina, Irene, tem origem no nome grego eiréne,que quer dizer paz, “a que traz a paz”, ou “pacificadora”. Em tempos conturbados como o que vivemos, me agrada muito a intuição ter me levado a esse nome”, explica a autora e atriz.

Texto finalizado, três nomes surgiram naturalmente, por razões artísticas e afetivas, para ajudar a conceber o espetáculo, Aderbal Freire Filho, Eleonora Fabião e Marcio Abreu. O primeiro foi Aderbal, que propôs desenhos de cenas, nas dimensões épica e dramática, em que trabalhou a relação teatro e vida e fez conexões com outras obras da dramaturgia. “Tem uma Raquel que escreve, outra que dirige e tem a mais visível de todas, a atriz. Antes delas, tem uma que recorda e que transforma, a Raquel que modela a matéria de que é feita a vida, isto é, a memória”, afirma Freire Filho.

Marcio veio em seguida, trouxe provocações, apontou a simbiose escritora/atriz, fez ver dois movimentos em Irina: a menina que cresce, toma coragem de pegar um avião e partir; e um segundo movimento, da atriz que cresce e toma coragem de um outro voo, em direção à sua própria história, tornada ficção e depois teatro. Segundo Abreu, vemos a narrativa de um corpo atravessado pelas imagens da casa da infância, da mãe fundamental e determinante, do pai, do farelo de pão, dos vizinhos, da cidade, dos amigos, da arte, da vida que vibra além.

Já Eleonora propôs quatro experiências distintas e poderosas, a partir dos quatro elementos, terra, ar, água e fogo. A ideia era “experienciar” a narrativa para dar corpo/carne a Irina. A partir disso, conclui: é vital compartilharmos a narrativa da experiência e a experiência da narrativa e, assim, seguirmos renovando nossos modos de ação, de relação, de teatro e de vida. E era uma vez uma vida que abriu caminho por meio do teatro.

E ainda contou com a ajuda de Bruno Lara Resende, presente desde o processo de escrita, que acompanhou de longe as residências e fez críticas pontuais e certeiras, que resume: a marca de Irina é a autenticidade. Narrativas com qualidade literária, sem sentimentalismo nem auto indulgência. É o retrato de uma vida livre dos clichês.

Depois dessa rica avalanche de propostas, experiências e percepções, coube a Mariah Valeiras e a própria Raquel, antropofagicamente, dar a forma final.

FICHA TÉCNICA

Texto e atuação – Raquel Iantas

Direção – Mariah Valeiras e Raquel Iantas

Colaboração artística – Aderbal Freire Filho

Bruno Lara Resende

Eleonora Fabião

Marcio Abreu

Direção de movimento – Marcia Rubin

Iluminação – Rodrigo Portella

Direção de arte e figurino – Domingos Alcântara

Trilha sonora – Tato Taborda

Projeto Gráfico – Bruno Bastos e Caetana Lara Resende

Fotografias – Guga Melgar

Assessoria de imprensa – Daniella Cavalcanti

Equipe de Produção – Alex Nunes, Ana Casalli e Nathalia Pinho

Produção Executiva – Maria Albergaria

Direção de Produção – Sérgio Saboya e Silvio Batistela

Produção – Brotto Produções e Galharufa Produções Culturais

SERVIÇO

Sinopse: nove histórias, narradas com autenticidade: da menina solitária e imaginativa de uma família operária, à adolescente curiosa e insegura, que se torna a artista corajosa e livre.

Temporada: de 05 a 29 de outubro de 2017

Local: Mezanino do Sesc Copacabana (Rua Domingos, Ferreira, 160 – Copacabana)

Horário: 1ª semana, de quinta a sábado, às 21h, e domingo, às 20h

A partir da 2ª semana, de quarta a sábado, às 21h, e domingo, às 20h

Ingressos: R$7,50 (associado do Sesc), R$15,00 (meia), R$30,00 (inteira)

Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro - RJ

Informações: (21) 2547-0156

Bilheteria - Horário de funcionamento:

Segundas – de 9h às 16h;

Terça a Sexta – de 9h às 21h;

Sábados – de 13h às 21h;

Domingos – de 13h às 20h.

Capacidade: 70 lugares

Duração: 70 minutos

Classificação: 12 anos

Gênero: memória romanceada

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Feira do Livro no Shopping Jardim Guadalupe

De 15 de setembro a 14 de outubro, o Shopping Jardim Guadalupe recebe a Feira do Livro Cosmos. 

Os apaixonados por leitura poderão conferir mais de 11 mil livros disponíveis, voltados para os públicos infantil, infanto-juvenil e adultos, com preços a partir de R$5,00.

O evento literário apresenta obras com temas diversificados, desde os clássicos da literatura infantil até livros de dinossauros, mágica, atividades, banho e títulos interativos com fantoches.

“O objetivo da Feira do Livro é estimular o hábito da leitura entre nossos pequenos. Esperamos ter uma boa adesão das famílias de Guadalupe e redondezas”, conta Renata Correa, gerente de Marketing do empreendimento.

Serviço: Feira do Livro Cosmos
Data: de 15 de setembro a 14 de outubro
Horário: segunda a sábado, das 10h às 22h e domingos e feriados, das 13h às 21h
Local: 1º piso - Entrada Principal do Shopping Jardim Guadalupe
Entrada Gratuita

O Shopping Jardim Guadalupe fica na Av. Brasil, 22.155 - Guadalupe, Rio de Janeiro. Telefone: (21) 3512-9100

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Pai Wellington de Omolu volta a comandar o maior programa televisivo de valorização das religiões de matriz africana com transmissão no canal 11 da NET e 08 da Vivo

Desmistificar os preconceitos e valorizar os ensinamentos e preceitos das religiões de matriz africana no Brasil. Essa continua sendo a proposta e o objetivo do famoso ´No Templo dos Orixás` - programa que aborda de forma séria e comprometida os principais fatos, curiosidades e elementos de religiões como a Umbanda e o Candomblé. Sob o comando de Pai Wellington de Omolu, a TV COM, emissora de Santos com abrangência em todo o litoral paulista, começará a transmitir o programa a partir do dia 21, sempre de segunda à sábado às 22h30 e aos domingos às 20h.

'No Templo dos Orixás' também será transmitido pelo canal 11 da NET e O8 pela Vivo Fibra. “O programa está repaginado. A previsão é de que tenhamos um novo quadro só de convidados ilustres. Continuaremos com o espaço dedicado ao público, no qual respondo emails dos telespectadores com dúvidas sobre as práticas e conceitos difundidos dentro das religiões afro. É uma forma eficiente de combater o preconceito e mostrar ao telespectador a magnitude e a importância dessas religiões no dia a dia do povo brasileiro,” adianta Pai Wellington de Omolu, apresentador do programa ‘No Templo dos Orixás´ e um dos principais líderes do Candomblé no país.

A reestreia do programa promete trazer ao público um conteúdo altamente didático. Pai Wellington falará sobre as principais diferenças entre a Umbanda e o Candomblé, e das perspectivas de futuro dos problemas sociais como o período de recessão que o país atravessa. O apresentador também conversará com o público sobre o significado das gírias e expressões comumente utilizadas para depreciar as religiões como as palavras macumba e Exu, por exemplo.

Serviço: Reestreia do Programa ‘No Templo dos Orixás´

Data: 14/09/2017

Horário: Às 22h30

Emissora: TV COM

Canal 11 da Net

Canal 08 - Vivo Fibra

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"Do Sonho à Realização" - Renata Spallicci, que sofria bullying na infância e hoje é chamada de "Executiva Sarada" por seu corpo impecável, detalha no livro "Do sonho à realização", que será lançado dia 18 de maio, e sobre a criação de sua própria editora, a Legacy

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A obra trata-se de uma antologia poética que reúne 91 poetas de diversos países que falam o idioma português, como Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique e Portugal, além do Brasil. O livro conta ainda com a quarta capa de Pepetela, o maior escritor de África.

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crédito: Lia Amorelli

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